Curso GESTÃO: DIFERENCIAL PARA RESULTADOS DE EXCELÊNCIA

Curso GESTÃO: DIFERENCIAL PARA RESULTADOS DE EXCELÊNCIA

Na última semana, nos dias 08 e 09, a FDG realizou no Hotel Mercure Vila da Serra, o Curso “GESTÃO: DIFERENCIAL PARA RESULTADOS DE EXCELÊNCIA”.

O curso foi ministrado pelas consultoras Carolina Marques, Camila Machado e Isis Chaves, profissionais experientes e altamente capacitadas que compõem a equipe técnica da FDG, que é orientada pela Professora Maria Helena Godoy, referência em gestão educacional no país e idealizadora da GIDE Avançada.

A Professora abriu o Curso e deu as boas-vindas aos participantes, gestores de várias áreas de escolas particulares, faculdades e uma escola de programação.

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Com carga horária de 12 horas, o Curso abordou:
Conceitos Fundamentais de Gestão;
- Ferramentas Gerenciais;
- Liderança;
- Soluções da GIDE Avançada – Gestão Estratégica, Gestão de Processos, Gestão Pedagógica, Gestão de Competências, Gestão Financeiras e Gestão de Projetos.

Os participantes puderam realizar atividades práticas para um melhor entendimento e absorção do conteúdo e foram muito interativos nas questões propostas.

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Foto de encerramento com os participantes e a equipe FDG:

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Somos chamados à santidade

Somos chamados à santidade

A ministra mineira do STF apequenou-se e defendeu uma tese que fora antes combatida pelo senador afetado pelo julgamento. O tribunal ficou desmoralizado e essa decisão vai trazer consequências funestas nos futuros relacionamentos institucionais. Por essa e outras razões, decidi não mais assistir a noticiários pela TV, para não me inteirar dos detalhes sórdidos das práticas brasilienses. Para não ficar alienado, vejo, por alto, algumas manchetes em sites de notícias. E chega!
Para usar bem o tempo que ainda me sobra das minhas muitas atividades, tenho estudado a vida dos santos. São vidas fascinantes, inspiradoras, que nos mostram formas extremadas de amor a Deus e ao próximo.
Todos nós somos chamados à santidade, de diversas formas e circunstâncias: são Padre Pio desde criança já se “relacionava” com Jesus; são Domingos Sávio ainda menino declarou que queria ser santo; santa Teresinha compreendeu que, para ser santa, não precisava fazer coisas extraordinárias e, sim, coisas simples, com extremo amor a Cristo; são Bento desde criança manifestou um gosto especial pela oração. Levou uma vida de trabalho, recolhimento e oração, donde o lema dos beneditinos Ora et labora. Foi o estruturador da vida monástica. Conversões tardias também aconteceram: santo Agostinho até os 33 anos teve inúmeras experiências mundanas. Nas Confissões declarou: “Tarde te amei, ó beleza tão antiga e tão nova… Tarde te amei! Trinta anos estive longe de Deus. Mas, durante esse tempo, algo se movia …”; santo Inácio de Loyola era um cidadão do tipo capa/espada, ferido na guerra, em recuperação, leu um livro sobre a vida dos santos. Interessou-se pelo assunto e escutou o chamado dos céus. 
Julgo que, para ser santo, ações simples e honestas podem ajudar. Pelo lema Ora et labora, compreendemos que não é necessário nos isolarmos do mundo para começar a viver a santidade. É imperioso amar a Deus incondicionalmente e dar graças pelo dom e milagre da vida e por tudo que recebemos. Uma coisa é certa! Sem praticar a caridade ninguém chega lá.

José Martins de Godoy
203 – 01/11/2017

José Martins de Godoy, engenheiro pela UFMG, dr. engenheiro pela Norges Tekniske Hogskole, ex-diretor da Escola de Engenharia da UFMG, cofundador do INDG, instituidor e integrante do Conselho de Administração Superior da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), presidente do Conselho de Administração do Instituto Aquila. Visite www.blogdogodoy.com

Disponível em: http://revistaviverbrasil.com.br/plus/modulos/listas/?tac=noticias-ler&id=2030#.Wgly9VtSzIU. Acessado em 13/11/17.

Os 20 anos da FDG

Os 20 anos da FDG

José Martins de Godoy

Faz 31 anos que iniciamos, na Escola de Engenharia da UFMG, um movimento pela melhoria da gestão no Brasil. Optamos pelo modelo japonês pela sua simplicidade na implementação, não sem antes adaptá-lo às condições brasileiras. Foi um movimento avassalador. Contamos com o apoio do Japão, realizando 33 missões de executivos brasileiros e trazendo de lá dez especialistas. Em 1993, fomos reconhecidos pela União de Cientistas e Engenheiros Japoneses como o segundo movimento internacional de gestão. A iniciativa contribuiu de forma significativa para que muitas empresas brasileiras se desenvolvessem e se tornassem importantes multinacionais.

Também instituímos a Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), em 1997. Por força do então Novo Código Civil, tornamo-nos uma instituição assistencial e criamos o INDG para trabalhar para empresas e entidades.

Embora os conceitos de gestão sejam aplicáveis a qualquer área, a FDG trabalha somente na área educacional, desde 2003. Maria Helena Godoy tem se dedicado à área adaptando os conceitos à linguagem da escola, desenvolvendo tecnologia própria e fazendo sua aplicação. Detém hoje a Gestão Integrada da Educação Avançada, uma síntese desse esforço. Os projetos executados no Rio, que saiu do penúltimo lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para o terceiro, e em Manaus, a capital que mais cresceu no último Ideb, atestam a eficácia do método.

Os conceitos são de fácil entendimento. Porém, a implementação exige determinação e persistência. Gerenciar é atingir metas, resolver problemas (maus resultados).

Recentemente, fizemos uma mudança estatutária e temos a intenção de levar a gestão educacional ao maior número possível de instituições. Temos tecnologia comprovada, que não pode ficar restrita a um universo reduzido. Entendemos que só a educação pode tirar o país do estado em que se encontra. Só um povo educado e instruído tem discernimento de que devemos, entre outras medidas, defenestrar líderes demagogos. Aqueles que quiserem enfrentar o desafio da melhoria da educação são bem-vindos. A excelência é o limite.


202 – 11/10/2017

José Martins de Godoy, engenheiro pela UFMG, dr. engenheiro pela Norges Tekniske Hogskole, ex-diretor da Escola de Engenharia da UFMG, cofundador do INDG, instituidor e integrante do Conselho de Administração Superior da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), presidente do Conselho de Administração do Instituto Aquila. Visite www.blogdogodoy.com

Fonte: http://revistaviverbrasil.com.br/plus/modulos/listas/?tac=noticias-ler&id=1995#.WeJ-F1WnHIU. Acessado em 14 de outubro de 2017.

Workshop “Como Garantir Resultados Efetivos e Competitivos na Educação?” da FDG foi um sucesso

Workshop “Como Garantir Resultados Efetivos e Competitivos na Educação?” da FDG foi um sucesso

A Fundação de Desenvolvimento Gerencial – FDG promoveu, no dia 14/09, o Workshop “Como Garantir Resultados Efetivos e Competitivos na Educação?”, com o apoio institucional da Federação dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de Minas Gerais – FENEN e do Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais – SINEP.

Direcionado aos gestores do nível estratégico, o evento teve a participação das grandes instituições particulares de ensino de Belo Horizonte e região metropolitana, que puderam conhecer a GIDE Avançada, sistema de gestão adotado pela FDG, capaz de produzir resultados rápidos e consistentes na educação. As inscrições foram gratuitas, mediante formulário disponibilizado no portal da Fundação de Desenvolvimento Gerencial.

A programação contou com a participação de palestrantes de peso, especialistas em gestão: a professora Maria Helena Godoy, graduada em Pedagogia pela PUC Minas e especialista em Gestão Educacional com quatorze obras publicadas, apresentou a palestra “A Importância da Gestão na Educação”; Maurício Chaves, consultor de gestão há mais de vinte anos, contribuindo com organizações de diversos setores, entre eles o da educação, ministrou a palestra “Benefícios do Planejamento Estratégico, Processos e Finanças para as Instituições de Ensino”.

Em sequência às palestras, mediado pela apresentadora Angélica Hodge, ocorreu um painel com gestores de escolas particulares e públicas que já implementam a GIDE em suas instituições, os quais comprovaram a eficácia da gestão como meio de potencializar os seus resultados, colocando-os em um novo patamar.

Confira as fotos do Workshop!

Aprendendo a gerenciar

Aprendendo a gerenciar

Meu pai era uma pessoa à frente do seu tempo. Sabiamente, apesar de eu ser o filho mais velho, encaminhou as filhas para estudar antes de mim. Com dificuldades financeiras e tantas coisas a fazer, permaneci na fazenda até quase completar 15 anos e comecei a ajudar nos afazeres com cerca de 8 anos. Meu pai era grande gestor e percebeu que, mesmo na fazenda, eu deveria desenvolver muitas habilidades. Então, prescreveu um leque amplo de atividades, com uma agenda bem definida: preparar comida para os porcos, atender no armazém, organizar o manejo de pastos para gado, entre outras. Nos intervalos, tinha que estudar, autodidaticamente, as matérias de admissão ao ginásio. Havia também no programa diário um jogo de futebol de 35 minutos. Ao cair da noite, as sagradas orações diárias. Ele era também um rígido cobrador das tarefas.

Isso foi muito importante para meu futuro como administrador: aprendi a ter visão global das coisas, não negligenciar atividades, conduzi-las todas de acordo com o estabelecido. Isso faz com que se adquira a habilidade multitarefas – há pessoas que só conseguem cuidar de uma coisa por vez; são as chamadas de one-track mind –, a ter mais responsabilidade pelas obrigações.

Não frequentei a escola primária. Tive as primeiras letras pela minha querida mãe, pessoa bem educada, instruída, após 8 anos de colégio interno Salesiano, em Cachoeira do Campo. Aprendi também pelo método global, lendo e escrevendo no armazém as palavras feijão, arroz, fubá, macarrão, entre outras. Pelo aspecto e tamanho da palavra, eu deduzia a que se referia. Quando já estava lendo bem, desenvolvi-me rapidamente por meio de revistas em quadrinhos. Meu pai as proibia, mas quem não transgride em alguma coisa? Tinha assinaturas de algumas revistas e um conluio com o carteiro, que só as entregava a mim. Julgo até hoje que foi uma transgressão inocente (e produtiva). Em BH, frequentei algumas aulas numa escola estadual noturna e tirei o diploma do primário com nota dez. Que incrível escola dos pais! Sucesso para prosseguir os estudos e ensinamentos importantes para a vida. Não foi no Japão que aprendi as primeiras lições de gestão.

José Martins de Godoy
201 – 11/09/2017

Fonte: http://revistaviverbrasil.com.br/plus/modulos/listas/?tac=noticias-ler&id=1963#.WcESqLKGPIU. Disponível em: 19 de setembro de 2017.

Maria Helena Godoy recebe Medalha JK

Maria Helena Godoy recebe Medalha JK

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Em Diamantina, o governador Fernando Pimentel presidiu uma bela solenidade que condecorou uma série de personalidades com a Medalha JK, cujo patrono é o ex-presidente Juscelino Kubitschek. O mérito cívico é concedido a personalidades mineiras que prestaram serviços de excepcional relevância à coletividade do município, estado ou país. Entre as personalidades agraciadas, destacamos a ilustre professora Maria Helena Godoy, que foi acompanhada por seu marido, o professor José Martins Godoy. (Foto: Rodrigo Godoy e Luísa Lolli, José Martins Godoy e Maria Helena, Raquel Godoy e Guilherme Tolentino – Crédito Luiz Felipe Ribeiro Pereira)

 

Fonte: http://blogdopco.com.br/maria-helena-godoy-recebe-medalha-jk-2/. Acessado em: 19 de setembro de 2017.

Esqueçamos Brasília: ao trabalho

Esqueçamos Brasília: ao trabalho

No penúltimo artigo, afirmei que havia atingido o limite da paciência. Todavia, o limite do brasileiro tem que ser elástico. A situação só piora, e o país parece derreter. Debitei ao foro privilegiado as mazelas que vêm nos assolando. Tinha a expectativa de que fosse derrogado pelo Congresso. No Senado, em segunda votação, a PEC proposta originalmente foi desfigurada. “Nossos representantes” querem mesmo o salvo-conduto para delinquir, amparados na morosidade da terceira instância. Na Câmara, tudo indica que o foro terá o mesmo desfecho. Nenhum parlamentar será preso, em vista da manutenção dos privilégios. Recentemente, com a delação de executivos da JBS, ficou demonstrado que não há exceção, a maioria encontra-se na vala comum. Agora não dá para diferenciar este ou aquele partido. É tudo igual. O espírito público e a lisura nos procedimentos são retórica de discursos.

Revisitando pronunciamentos de envolvidos, constata-se a desfaçatez. Todos os mencionados em delações negam peremptoriamente, na cara de pau, qualquer participação nos fatos narrados, dizendo que são ilações, mentiras, a fim de que os delatores tenham penas reduzidas. Como a rapinagem foi generalizada, articula-se um “acordão” para proteger a corja, inclusive sufocando a Lava Jato.

Do ponto de vista da gestão, tem-se que visar os cabeças do movimento, em consonância com a Lei de Pareto: em todo problema, poucas causas são importantes e muitas, triviais. É imprescindível cassar os nomes conhecidos, sendo desnecessário nomeá-los. São eles os grandes articuladores na luta pela manutenção deste lamentável estado de coisas. Se, por um passe de mágica, pudéssemos eliminar os líderes da corrupção, haveria uma onda moralizadora, a ponto de se construir uma consciência de que delitos como colar em provas e estacionar em local proibido são muito graves. Hoje, esses “pequenos” delitos são considerados “fichinhas” comparados ao que acontece no país, devido à promiscuidade entre os setores privado e público. Como “não há mal que nunca acabe”, fico na esperança de algum fato novo, que mude nossa realidade.

Podemos amenizar o clima: esqueçamos Brasília. Aliás, vejo bons exemplos acontecerem. O campo está dando resposta à crise, com safra recorde de grãos. A indústria de caminhões e máquinas está exportando montantes substanciais. Não obstante, muitas associações de classe e empresários ainda ficam aguardando concessões e providências do poder central. Na minha vida na universidade, trabalhamos para a indústria incessantemente e, por isso, captamos recursos para nossas atividades de ensino e pesquisa. Trabalhamos muito para governos e empresas e fomos remunerados pelo trabalho, sempre produzindo resultados além dos prometidos. Não devemos favor.

A propósito, todo povo tem o governo que merece – há controvérsias, pois acho que não merecíamos os últimos governos. Os Estados Unidos têm Trump agora. Não é que ele rompeu com o Tratado de Paris? Cabe à China, grande poluidora, tomar a liderança na condução de ações para frear as mudanças climáticas. Dando o exemplo, acaba de inaugurar a maior usina solar flutuante.

Da minha parte, também contribuo. Instalei usinas de geração de energia solar, uma na minha residência e duas na fazenda. Já tenho uma produção de 6,5 mil kWh/mês. Quando da primeira usina, em 2015, havia cerca de 400 projetos no país. Agora, quando da instalação da segunda, são cerca de 12 mil, e o custo caiu 30%. Vamos trabalhar, pessoal! Ora et labora, lema dos beneditinos. Em 2018, vamos tratar os políticos como merecem. Quanto a Trump, espero que fique isolado do concerto das nações.

José Martins de Godoy
199 – 16/06/2017

José Martins de Godoy, engenheiro pela UFMG, dr. engenheiro pela Norges
Tekniske Hogskole, ex-diretor da Escola de Engenharia da UFMG, cofundador
do INDG, instituidor e integrante do Conselho de Administração Superior da
Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), presidente do Conselho de Administração do Instituto Aquila.
Visite www.blogdogodoy.com

Fonte:http://revistaviverbrasil.com.br/plus/modulos/listas/?tac=noticias-ler&id=1889#.WXnQr4TyvIU. Acessado em 27/07/17.

Educação para fazer a diferença!

Educação para fazer a diferença!

A ​Cimentos Liz renova convênio com a FDG para, junto com a Secretaria Municipal de Educação, dar continuidade a implementação da Gestão Integrada da Educação (GIDE) em Vespasiano.

A renovação foi matéria dos jornais Vespasiano Em Notícias e Tribuna das Gerais. Leia abaixo.

      Tribuna das Gerais

05 de junho, Dia Nacional do Meio Ambiente

05 de junho, Dia Nacional do Meio Ambiente

Escola Municipal, parceira da FDG, realiza várias ações para celebrar a data e apresenta novidades de um Circuito Ambiental

Hoje, dia 05, é comemorado o Dia Nacional do Meio Ambiente. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 15 de dezembro de 1972, durante a Conferência de Estocolmo, na Suécia. A proposta desta data é chamar a atenção de todos os governos mundiais sobre a necessidade de implantar medidas emergenciais para prevenir a degradação do meio ambiente.

Foi pensando nisso que a Escola Municipal Francisco Magalhães Gomes, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte, inaugurou recentemente um Circuito Ambiental com nascente, lago, criação de peixes, produção de verduras hidropônicas, borboletário, viveiro, entre outras ações. Segundo o diretor da escola Manoel Pantuzzo, toda a comunidade escolar como pais, alunos, professores e funcionários ficaram encantados e envolvidos com o projeto do Circuito. “É uma possibilidade de aprendizado e de despertar o interesse dos alunos por conhecer e manusear o meio ambiente, preservando-o e melhorando-o”.

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Logo após o primeiro mês de existência, o Circuito já ganhou uma estufa para a produção de mudas para as hortas da escola e foi criado ainda um grande pomar com espécies frutíferas. O educador conta que após a iniciativa, todos os professores estão levando seus alunos em “expedições” de conhecimento pelos espaços. “Os alunos vêm demonstrando grande satisfação pelo resultado e por terem sido protagonistas em todas as etapas do projeto”, completou.

O diretor conta que a realização desse projeto só foi possível graças a um prêmio que a escola recebeu após ser inscrita no programa Escolas Sustentáveis. A verba disponibilizada pelo Governo Federal visa incentivar as escolas que apresentam projetos de sustentabilidade e que possam trazer impactos positivos em seus campos de atuação.

Além disso, a Escola é parceira da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), que por meio da metodologia de Gestão Integrada da Escola (GIDE) auxilia a instituição com projetos e ações gerenciais. “Com a orientação da FDG é possível organizar e implementar processos internos que nos permitem dedicar tempo a mais tarefas, que visam despertar o interesse dos estudantes pelo aprendizado, pela escola e pelos projetos que propomos”, disse Manoel.

 

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

Encontro de Gestores/2017

Encontro de Gestores/2017

Durante a manhã do dia 09 de maio, diretores e vice-diretores das escolas parceiras da FDG participaram, em sua sede, do Encontro de Gestores para a apresentação das novas diretrizes de atuação da Fundação.

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Na ocasião, a Profª Maria Helena Godoy, coordenadora técnica de projetos, desenvolveu dinâmica que possibilitou aos gestores identificar as forças propulsoras que maximizam e agregam mais eficiência à implementação dos processos de gestão, com impacto positivo nos resultados das escolas. Nesse contexto, foram identificadas também as forças restritivas, que afastam os gestores de seus objetivos.
Na culminância da atividade, foi elaborado um plano de ação conjunto, que deve ser implementado, visando o fortalecimento das forças propulsoras e o enfraquecimento das forças restritivas.
Os parceiros saíram otimistas e esperam, adotando  técnicas inovadoras de gestão, resultados cada vez melhores.

Mais uma vez, a FDG avança no cumprimento de sua missão em prol de uma educação de qualidade.

 

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