Gás total na reta final da preparação para o Enem

Gás total na reta final da preparação para o Enem

Alunos de escolas públicas participam de várias ações para incentivar a preparação para o Enem

Cerca de 8,7 milhões de alunos estão na expectativa para a prova do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio 2016, no próximo final de semana. E a Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG) preparou juntamente com escolas parceiras várias ações para incentivar a preparação dos alunos para a prova. “Assim, conseguimos preparar os alunos para a prova do Enem, de forma tradicional e lúdica para que sejam bem classificados no exame”, destacou Pollyanna Faria, consultora da FDG.

Entre as ações, estão sendo realizadas palestras sobre as oportunidades de entrar nas faculdades e universidades, simulados online por meio do aplicativo AppProva, simulados presenciais, gincanas e painéis informativos. “Nesta semana acontecerá a Gincana do Enem na E.E. Francisco Firmo de Matos. No mês de junho essa gincana foi realizada na E.E. Padre João Botelho e já faz parte do plano de ação pedagógico e do calendário dessas escolas desde 2013”, explicou a consultora.

 

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quipes formadas para a Gincana do Enem na EE Francisco Firmo de Matos

 

O aluno Gabriel Coelho, da E. E. Francisco Firmo de Matos acredita que o Enem pode mudar a vida dele e por isso está muito confiante e compromissado para a prova. “Venho sendo preparado para o exame pela minha escola com dinâmicas parecidas com o exame, como um simulado que tivemos na etapa final onde ficamos quatro horas dentro da sala fazendo cerca de 80 questões. Além disso, com a parceria da FDG a escola proporcionou uma palestra para as turmas com a intenção de nos mostrar a importância do Enem e explicando melhor como funciona o exame”, contou.

Premiação

Outra novidade é a premiação dos alunos das escolas estaduais Padre João Botelho, Francisco Firmo de Matos e Presidente Antônio Carlos que tiveram melhor desempenho na 1ª Gincana on-line por meio do AppProva e organizada pela FDG.  Os alunos serão premiados com produtos eletrônicos na próxima quinta-feira, dia 3 de novembro.

A plataforma já é acessada pelos estudantes para realizar os simulados e possui um banco com mais de 30 mil questões das áreas de Ciências Humanas e suas tecnologias, Ciências da Natureza e suas tecnologias, Linguagens, Códigos e suas tecnologias e Matemática e suas tecnologias possibilitando aos professores avaliarem os resultados de cada aluno, não necessariamente por meio de notas, mas sim pelo desempenho nos conteúdos e dificuldades.

São utilizadas ainda nos simulados questões de provas anteriores do Enem e de outros vestibulares. Além disso, a ferramenta aponta oportunidades de melhoria para cada estudante, em cada disciplina, por meio dos simulados mostrando também onde eles tiveram maior êxito, explicou Pollyanna.

Já utilizado pelo Colégio Loyola para a preparação dos seus alunos para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), o aplicativo é disponibilizado gratuitamente para cerca de 1.500 alunos dessas escolas públicas parceiras atendidas pela Fundação. Somente em 2015, o aplicativo foi utilizado por 1.381 alunos do Loyola, entre 121 simulados realizados por eles, com um total de 47 mil respostas.

 

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

A tragédia do ensino público

A tragédia do ensino público

Os resultados do Ideb/2015 mostram a tragédia que é o ensino público brasileiro. O ensino médio e fundamental 2 não atingiram as metas definidas para o exercício em pauta. No meu julgamento, falta o entendimento de quais itens são realmente importantes para produzir bons resultados. É óbvio que não basta criar slogans do tipo Pátria Educadora e fazer exortações para atingir melhores resultados. Também não é suficiente estabelecer metas (já foi um grande avanço, pois antes a palavra meta era considerada um palavrão na área educacional), é preciso ensinar “como atingir as metas”. O pulo do gato é a gestão focada em resultados.

Há exceções nesse universo trágico. Merece destaque o que foi conseguido pelo estado do Ceará. Entre as 100 melhores escolas públicas do país, 77 são do Ceará. No ensino fundamental 1 e fundamental 2, as 10 primeiras e 5, entre as 10 primeiras, respectivamente, são daquele estado. O que aconteceu? Julgo que a maneira de gerenciar o sistema teve forte influência. Nós lá estivemos implementando programas de gestão de 2001 a 2006 (com algumas interrupções durante uma mudança de governo). A Gestão Integrada da Escola (Gide), idealizada por Maria Helena P.C. de Godoy, começou a ser difundida em 2005, com a participação de todos os dirigentes da Secretaria da Educação e das escolas estaduais. Foi um movimento avassalador, tendo a aprovação de 98% dos dirigentes envolvidos. Continuamos acompanhando à distância a forma de atuação dos responsáveis pela gestão do ensino no estado. Vários deles são pessoas formadas naquele processo inicial e, no nosso entendimento, nunca deixaram de perseguir as metas de melhoria.

Outro destaque é a cidade de Manaus. O Instituto Aquila conduz, naquela cidade, um projeto que abrange cerca de 450 escolas na implementação da Gide. O ensino fundamental 2 era o mais crítico. A forte liderança do prefeito e da secretária de Educação, com grande envolvimento dos demais dirigentes e docentes, fez com que Manaus fosse a cidade que mais crescesse no país no Ideb/2015. O fundamental 2 deu um salto significativo. A revista Exame, na edição de 28/9/2016, numa reportagem de 5 páginas, sob o título Como Manaus passou de ano, narra este feito excepcional da capital do Amazonas. É uma prova cabal de que a gestão focada em resultados, conduzida por liderança comprometida, persistente e laboriosa e participação de assistência técnica competente, realmente funciona. É claro que é necessário abordar as causas fundamentais que impedem o atingimento das metas. E isso a Gide e as pessoas que a implementam sabem muito bem fazer.

Outro exemplo edificante é a Escola Estadual Gomes Carneiro de Porto Alegre. Conseguiu atingir a melhor média no Enem, entre as escolas estaduais do país. Como a maioria das escolas, tem muitas carências, falta de verbas (neste particular, o Brasil não está mal posicionado entre os países da OCDE. Ocupa o 15º lugar; porém, há desequilíbrio na destinação dos recursos pela falta de foco em que investir), instalações precárias, conforme foi mostrado em reportagem realizada na escola e mostrada para todo o país. Apesar de tudo, os dirigentes e docentes não esmoreceram e produziram esse milagre. É interessante notar que se concentraram nas causas normalmente encontradas em milhares de escolas da rede pública do país. A questão é definir as mais importantes, priorizá-las e implementar as contramedidas para saná-las. Dentre as causas, a mais importante é comprometimento do corpo docente e o seu empenho em conduzir as tarefas pertinentes. Isso foi o que mais chamou a atenção na Gomes Carneiro.

Quando se tem a Gide como método de trabalho, sustentada pelo Índice de Formação de Cidadania e Responsabilidade Social (IFC/RS), também idealizado por Maria Helena P.C. de Godoy, torna-se fácil buscar as melhorias. O índice possibilita diagnosticar rapidamente as causas que impedem as escolas de atingir bons resultados. Foi concebido pela observação das causas recorrentes em mais de 5.000 escolas públicas. Contando com liderança, persistência, dedicação, amor pela causa da educação (itens indispensáveis para o aproveitamento do potencial da juventude brasileira e imprescindíveis ao progresso da nação), não tem errata. É melhorar ou melhorar.

José Martins de Godoy
185 – 28/10/2016

Fonte: Disponível em http://revistaviverbrasil.com.br/plus/modulos/listas/?tac=noticias-ler&id=1580#.WBMzCC0rLIU em 28 de outubro de 2016.

José Martins de Godoy, engenheiro pela UFMG, dr. engenheiro pela Norges Tekniske Hogskole, ex-diretor da Escola de Engenharia da UFMG, cofundador do INDG, instituidor e integrante do Conselho de Administração Superior da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), presidente do Conselho de Administração do Instituto Aquila.
Visite www.blogdogodoy.com

Gestão em Ação: simulado do ENEM também entusiasma alunos do EEPAC

Gestão em Ação: simulado do ENEM também entusiasma alunos do EEPAC

Os alunos do 3º ano do ensino médio da E.E. Presidente Antônio Carlos, no bairro Carmo Sion, realizam hoje o simulado presencial do ENEM. Esse preparatório é uma ótima maneira de conhecer a prova, saber como as questões são abordadas e ainda verificar quais são os assuntos que devem ser mais estudados.

A equipe da FDG esteve na escola antes do início do simulado para dar as boas-vindas aos alunos e repassar dicas para a realização de uma boa prova.

Essa ação do simulado é embasada no Índice de Formação de Cidadania e Responsabilidade Social (IFC/RS), principal indicador de resultados da metodologia Gestão Integrada da Educação (GIDE). A escola, parceira da FDG na GIDE desde 2012, avalia a sua capacidade de ampliar a adesão ao ENEM e de se preparar adequadamente para que seus alunos sejam bem classificados no exame. A cada ano, o indicador possibilita que a escola mensure o seu resultado e defina uma meta de melhoria, propondo ações para alcança-la.

Além dessa atividade, a escola trabalha o ENEM por meio de monitoria e por meio do AppProva, ferramenta tecnológica que auxilia na preparação para o Exame.

Assim como nos anos anteriores, o ENEM ocorrerá em dois dias seguidos. No sábado, dia 5 de novembro, os participantes farão as provas de ciências humanas e ciências da natureza, entre as 13h e as 17h30 (horário de Brasília). No domingo, dia 6, serão aplicadas as provas de linguagens e códigos, matemática e redação. Nesse dia, o tempo de exame será mais longo, entre as 13h e as 18h30 (horário de Brasília).

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

A importância do professor como gestor em sala de aula

A importância do professor como gestor em sala de aula

Segundo especialista, o maior desafio para o professor, hoje, é saber planejar aulas e atividades cada vez mais atrativas, uma vez que os alunos estão inseridos em um mundo tecnológico em que as informações são acessadas com o maior nível de sofisticação e em tempo real.

A data de 15 de outubro é merecidamente dedicada ao Dia do Professor, mas ainda são poucas pessoas que enxergam e entendem o importante papel que ele desempenha também como gestor da sala de aula. Segundo a pedagoga Maria Helena Godoy, coordenadora técnica dos projetos educacionais da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), o professor, hoje, vive um grande desafio de saber planejar aulas e atividades cada vez mais atrativas, usando materiais e abordagens alternativas, uma vez que os alunos estão inseridos em um mundo tecnológico em que as informações são acessadas com o maior nível de sofisticação e em tempo real. “Cabe a ele identificar as experiências prévias dos seus alunos e inovar sistematicamente para que o interesse deles seja mantido. A gestão pode contribuir também nesse aspecto, uma vez que orienta para a identificação, o registro e a difusão de melhores práticas nas escolas”.

Ela acredita que o professor é um gestor de sala de aula, na essência da palavra e explica que gerenciar é organizar os meios para atingir os fins. “Portanto, cabe a ele desenvolver o processo ensino aprendizagem, com a melhor qualidade possível (cuidando do material pedagógico, da abordagem selecionada e outros meios), para que os resultados de aprendizagem sejam atingidos. Por isso, o professor deve sempre buscar estipular objetivos para o trabalho em sala de aula e com os alunos. Quem não tem meta, não gerencia. As metas dão o norte, mostrando onde se deve chegar ou quais resultados desejam alcançar”, garantiu Maria Helena.

Um exemplo é a meta do IDEB, estabelecida pelo MEC. Segundo a especialista, em um processo de gerenciamento mais avançado, é interessante estabelecer metas até por aluno. “Dessa forma, além das metas da escola/turma, cada aluno irá gerenciar o seu próprio desenvolvimento. Evidentemente, metas pedem planos de ação para que sejam atingidas. A gestão engloba os elementos indispensáveis para atingir melhores resultados. A aplicação do método científico de solução de problemas (PDCA) tem apoiado redes de ensino e escolas (mais de 5.500 escolas em 10 estados do Brasil), na busca de melhores resultados no processo ensino aprendizagem. Os resultados são significativos. Redes de ensino e escolas que aplicam a metodologia têm apresentado crescimento exponencial nas notas do IDEB e são vistos como referência para outras redes e escolas no País”.

Mas, para isso também é importante a participação de toda a escola, principalmente a direção. “A direção é a liderança máxima da escola. Quando se aplica gestão na área educacional, comprova-se que resultados na educação são conquistados observando-se três elementos: liderança, conhecimento técnico (fazer pedagógico) e conhecimento gerencial. Cabe, portanto, à liderança, convocar a comunidade, motivá-la para trabalhar por metas mais elevadas, conduzir a implementação de planos de ação robustos e consistentes, monitorando e tomando as ações corretivas em caso de insucesso, além de padronizar as boas práticas. Isto é gestão!”, afirmou a coordenadora de projetos da FDG”

Trabalho em equipe

Outra parte importante desse processo é o envolvimento dos pais com a educação dos filhos. As notas da Prova Brasil, cruzadas com os dados dos questionários do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) sobre participação de pais, mostram que os resultados dos alunos, até o quinto ano, podem ser incrementados em torno de 20%, quando os pais são parceiros da escola. De acordo com a pedagoga, o envolvimento dos pais é um exercício de persuasão a ser conduzido pelas lideranças da escola, mostrando os benefícios para os filhos. “Há escolas que fazem atividades paralelas que envolvem os pais, no sentido de fazê-los participar da vida escolar dos filhos”.

Ela acrescenta que a rotina escolar também deve existir, além de ser bem planejada e cumprida. Ainda segundo a especialista, isso propicia previsibilidade no cumprimento dos conteúdos e no atingimento das metas estabelecidas. “É impensável uma escola que conduza as atividades de forma aleatória. É absolutamente importante que a escola consiga atrair os pais para que eles sejam seus parceiros, na busca da excelência do processo ensino aprendizagem. Esta postura é especialmente importante para os alunos mais novos (até o quinto ano). Atuando assim, os hábitos, estabelecidos na escola serão mantidos em casa e os resultados da aprendizagem serão potencializados”, completou.

 

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

Com o suporte da metodologia GIDE Avançada, Manaus supera a média do país em todos os níveis de ensino no Ideb 2015

Com o suporte da metodologia GIDE Avançada, Manaus supera a média do país em todos os níveis de ensino no Ideb 2015

Enquanto 16 das 26 capitais brasileiras não alcançaram suas metas na educação básica, Manaus se destacou na avaliação do Ministério da Educação como a capital que mais cresceu no IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – 2015. O crescimento foi tão significativo que a rede do município já alcançou as metas previstas para 2019.

A rede municipal de educação de Manaus é a terceira maior do Brasil, com 492 escolas e 292 mil alunos. O assunto mereceu a reportagem do jornalista Leo Branco, da Revista Exame, intitulada “Como Manaus Passou de Ano”. O texto mostrou os avanços obtidos no ensino da capital amazonense, conquistados com o suporte da metodologia GIDE – Gestão Integrada da Educação Avançada – idealizada pela Prof.ª Maria Helena Godoy. O projeto foi conduzido desde seu início, em 2014, pela sócia sênior do Aquila, Michelle Souza.

Leia a íntegra da matéria no site da Revista Exame

Gestão em Ação: Simulado do ENEM entusiasma alunos

Gestão em Ação: Simulado do ENEM entusiasma alunos

IMG-20160915-WA0035Belo Horizonte, 15 de setembro.

Aconteceu hoje o simulado presencial do ENEM para os alunos da Escola Estadual Padre João Botelho, parceira da FDG. O simulado é uma ótima maneira não só de conhecer a prova, mas também de verificar quais são os assuntos ou tipos de questões que devem ser mais estudados.

Além dessa atividade, a escola trabalha o Enem por meio de monitoria, portfólio de atividades e gincana específica do tema.

Neste ano, assim como nos anos anteriores, o Enem ocorrerá em dois dias seguidos. No sábado, dia 5 de novembro, os participantes farão as provas de ciências humanas e ciências da natureza, entre as 13h e as 17h30 (horário de Brasília). No domingo, dia 6, serão aplicadas as provas de linguagens e códigos, matemática e redação. Nesse dia, o tempo de exame será mais longo, entre as 13h e as 18h30 (horário de Brasília).

Atualmente o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é a principal avaliação para ingressar no ensino superior. A nota resultante da prova é utilizada como critério para acesso ao ensino superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

A ação ocorrida hoje na E.E. Padre João Botelho é embasada no Índice de Formação de Cidadania e Responsabilidade Social (IFC/RS), principal indicador de resultados da metodologia Gestão Integrada da Educação (GIDE). A escola, parceira da FDG na GIDE, avalia a sua capacidade de ampliar a adesão ao ENEM e de se preparar adequadamente para que seus alunos sejam bem classificados no exame. A cada ano, o indicador possibilita que a escola mensure o seu resultado e defina uma meta de melhoria, propondo ações para alcança-la.

Quando as inscrições para o ENEM são abertas, a equipe gestora da escola conversa com as turmas de alunos do 3º ano do ensino médio sobre a importância da avaliação e disponibiliza os computadores da escola para que os interessados façam a sua inscrição. Painéis informativos são divulgados nas dependências da escola, o que possibilita aos alunos informações atualizadas sobre o período das provas, sites que auxiliam nos estudos, cuidados e dicas sobre a avaliação.

Em sala de aula, além de incentivar, os professores selecionam e trabalham questões de provas anteriores, esclarecendo dúvidas e reforçando os conteúdos que são avaliados.

Em meio a tudo isso, o incentivo que acontece no simulado deixa os estudantes mais preparados para enfrentar essa nova etapa e vencer.

IDEB 2015 confirma o sucesso das escolas parceiras da FDG

IDEB 2015 confirma o sucesso das escolas parceiras da FDG

Nesta última quinta-feira foi divulgado o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), ano base 2015,  principal indicador da qualidade do ensino no país.

Como ocorrido nas edições anteriores do IDEB, as escolas parceiras da FDG que trabalham com a Gestão Integrada Escola obtiveram excelentes resultados, incluindo a Rede Municipal de Caeté, ex-parceira, cujas escolas continuam implementando a Gestão Escolar.

A FDG parabeniza as escolas parceiras pelos resultados alcançados!

Resultados IDEB 2015_A

 

Resultados IDEB 2015_B

Resultados IDEB 2015_C

 

Mais informações, acesse: http://ideb.inep.gov.br/

Escola de BH reduz número de alunos acima do peso

Escola de BH reduz número de alunos acima do peso

Escola de BH reduz em quase 60% número de alunos acima do peso

Escola municipal foi atendida pelo Programa Saúde na Escola, e, entre 2013 e 2016, conseguiu tirar 192 alunos da faixa de sobrepeso

Por Thailor Gonçalves

A Escola Municipal Francisco de Magalhães Gomes, localizada na Vila Clóris, região Norte de Belo Horizonte, conseguiu realizar uma façanha junto aos seus alunos: reduziu em 58% o número de crianças com sobrepeso, entre 2013 e 2016.

A instituição participou do Programa Saúde na Escola (PSE), do Ministério da Educação integrado ao Ministério da Saúde. Dos 689 estudantes que participaram do projeto, 331 tinham o peso acima do ideal, ou 48% do total. Ao final do programa, 192 tinham deixado a faixa de sobrepeso.

“Uma nutricionista da prefeitura elaborou um cardápio com restrições ao consumo de lanches industrializados na escola.Também plantamos uma horta na escola com a ajuda dos próprios estudantes e com o acompanhamento de engenheiros agrônomos da prefeitura”, disse o monitor do PSE em Belo Horizonte, Pedro Henrique da Mata e Silva.

Os alunos ainda auxiliam na colheita dos vegetais e participam de oficinas sobre a importância da alimentação saudável. Tudo o que é colhido na horta é destinado ao preparo da merenda oferecida na cantina da escola.

O programa também faz avaliação oftalmológica dos alunos, medição da pressão arterial e do Índice de Massa Corporal (IMC), avaliação dental anual e campanhas de promoção à saúde para a prevenção dos casos de dengue, vacinação do HPV, orientações sobre saúde sexual e higiene pessoal. Se necessário, o aluno avaliado é encaminhado para tratamento em um posto de saúde.

Foto: Divulgação

SAIBA MAIS

O PSE foi instituído em 2007 e chegou à capital mineira no ano seguinte, com apenas uma escola e um centro de saúde por regional. De lá para cá, já deu um salto no número de escolas atendidas: apenas nos primeiros quatro meses de 2016, 18.017 alunos passaram pelo programa e a meta é terminar o ano com 98 mil crianças de 6 a 14 anos atendidas.

Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), criada em 1997, dá apoio para implementação dos trabalhos quando procurada pelas escolas, por meio da metodologia de gestão integrada da educação (GIDE). “É feito um diagnóstico acerca das necessidades da escola e, em seguida, montamos um plano de ação, em conjunto com a direção do estabelecimento de ensino”, conta Rosângela Torres, pedagoga e consultora da FDG.

Em Belo Horizonte, outras cinco escolas públicas recebem o apoio da fundação, que também atua em outros municípios da região metropolitana da capital:

  • Escola Estadual Carlos Campos, no bairro Eymard;
  • Escola Estadual Duque de Caxias, no Barreiro;
  • Escola Estadual Helena Pena, no bairro Sagrada Família;
  • Escola Estadual Padre João Botelho, Barreiro;
  • Escola Estadual Presidente Antônio Carlos, no Sion.

Fonte: http://cangurubh.com.br/noticia/saude/escola-de-bh-reduz-em-quase-60-numero-de-alunos-acima-do-peso. Disponível em 13/09/16.

Dia de Formação – DDF

Dia de Formação – DDF

Profissionais da educação das escolas parceiras da FDG participam do Dia de Formação para promover uma auto-análise dos seus valores pessoais e da sua missão profissional, buscando a evolução de suas competências e vivências.

 

Acontece nesta manhã de sábado, o 3º encontro do Programa de Formação (DDF), oferecido pelo Colégio Loyola às escolas públicas parceiras da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG). Com o objetivo de proporcionar às equipes das escolas envolvidas um dia de motivação, identidade e potencialização da missão educativa, o evento propõe uma metodologia ativa que estimula o autoconhecimento, integração e convivência, elementos fundamentais na missão escolar. A ideia é reunir diretores, professores e gestores para um dia de troca de experiências e aprendizado.

 

“O encontro busca ainda proporcionar aos profissionais da educação um dia de integração e de reflexão sobre a formação pessoal. Por meio desse evento é esperado que os participantes realizem uma auto-análise dos seus valores pessoais e da sua missão profissional, buscando uma evolução das suas competências e vivências”, completou a consultora educacional da FDG, Janaína Lopes.

 

Em 2015, o primeiro encontro contou com a participação de duas escolas parceiras: E.E. Padre João Botelho e E.E. Presidente Antônio Carlos. Segundo a consultora, cada encontro conta com a participação de duas escolas, a fim de proporcionar a troca de vivência e experiência, fundamentais para a integração escolar. Este é o segundo encontro de 2016 e já existem outras datas agendadas para os encontros em setembro e novembro. Neste ano, todas as escolas parceiras terão oportunidade de participar.

De acordo com a consultora, o evento é de extrema importância para os profissionais da educação, especialmente para os professores da rede pública. “O propósito é diferente da maioria das capacitações oferecidas para esse público, não existindo uma pauta de conteúdos metodológicos e didáticos. A ideia é fortalecer a atuação das equipes, pois o que se vê nas escolas, em função do cenário difícil que a educação vem atravessando no país, é um grande número de profissionais “desencantados” e que não acreditam no trabalho diário que desenvolvem junto aos alunos. Muitas vezes esses profissionais deixam de se dedicar e de se empenhar, como faziam no início da carreira, por achar que os alunos não têm vontade de estudar, mas na verdade eles são os principais responsáveis por motivar os alunos na busca pelo aprimoramento contínuo em sua vida escolar”, ressaltou Janaína Lopes.

 

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Profissionais das escolas estaduais Duque de Caxias e Helena Pena em umas das dinâmicas de grupo

Parceria em prol da educação

Todo esse trabalho faz parte de um convênio de cooperação técnica firmado entre a FDG e o Colégio Loyola, em 2015, com o intuito de unir forças para fomentar o desenvolvimento da qualidade da educação das escolas públicas que são parceiras da Fundação. Nessa parceria, são utilizadas as ferramentas, a estrutura física e o conhecimento do Colégio Loyola. Em contrapartida, a instituição de ensino conta com a expertise e a consultoria de algumas soluções da metodologia de Gestão Integrada da Educação (GIDE), que é aplicada pela FDG.

Para Maria Helena Godoy, coordenadora dos projetos técnicos educacionais da FDG, as parcerias firmadas acrescentam muito para as escolas e para a Fundação, já que estão todos engajados em melhorar o ensino no país. “Ambos têm consciência que um país só se torna grande por meio do caminho da educação. Esse propósito é o que une escolas e FDG. Percebemos que os gestores das instituições envolvidos nesse trabalho, já conseguem vislumbrar a importância das soluções gerenciais para a resolução dos problemas que se apresentam no dia-a-dia. Dessa forma, apoiados pelas ferramentas utilizadas na metodologia GIDE, conseguem se planejar de forma assertiva nos trabalhos e estabelecer as metas que conduzirão os trabalhos para os fins esperados na educação”.

 

Fundação de Desenvolvimento Gerencial