Workshop “Como Garantir Resultados Efetivos e Competitivos na Educação?” da FDG foi um sucesso

Workshop “Como Garantir Resultados Efetivos e Competitivos na Educação?” da FDG foi um sucesso

A Fundação de Desenvolvimento Gerencial – FDG promoveu, no dia 14/09, o Workshop “Como Garantir Resultados Efetivos e Competitivos na Educação?”, com o apoio institucional da Federação dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de Minas Gerais – FENEN e do Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais – SINEP.

Direcionado aos gestores do nível estratégico, o evento teve a participação das grandes instituições particulares de ensino de Belo Horizonte e região metropolitana, que puderam conhecer a GIDE Avançada, sistema de gestão adotado pela FDG, capaz de produzir resultados rápidos e consistentes na educação. As inscrições foram gratuitas, mediante formulário disponibilizado no portal da Fundação de Desenvolvimento Gerencial.

A programação contou com a participação de palestrantes de peso, especialistas em gestão: a professora Maria Helena Godoy, graduada em Pedagogia pela PUC Minas e especialista em Gestão Educacional com quatorze obras publicadas, apresentou a palestra “A Importância da Gestão na Educação”; Maurício Chaves, consultor de gestão há mais de vinte anos, contribuindo com organizações de diversos setores, entre eles o da educação, ministrou a palestra “Benefícios do Planejamento Estratégico, Processos e Finanças para as Instituições de Ensino”.

Em sequência às palestras, mediado pela apresentadora Angélica Hodge, ocorreu um painel com gestores de escolas particulares e públicas que já implementam a GIDE em suas instituições, os quais comprovaram a eficácia da gestão como meio de potencializar os seus resultados, colocando-os em um novo patamar.

Confira as fotos do Workshop!

05 de junho, Dia Nacional do Meio Ambiente

05 de junho, Dia Nacional do Meio Ambiente

Escola Municipal, parceira da FDG, realiza várias ações para celebrar a data e apresenta novidades de um Circuito Ambiental

Hoje, dia 05, é comemorado o Dia Nacional do Meio Ambiente. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 15 de dezembro de 1972, durante a Conferência de Estocolmo, na Suécia. A proposta desta data é chamar a atenção de todos os governos mundiais sobre a necessidade de implantar medidas emergenciais para prevenir a degradação do meio ambiente.

Foi pensando nisso que a Escola Municipal Francisco Magalhães Gomes, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte, inaugurou recentemente um Circuito Ambiental com nascente, lago, criação de peixes, produção de verduras hidropônicas, borboletário, viveiro, entre outras ações. Segundo o diretor da escola Manoel Pantuzzo, toda a comunidade escolar como pais, alunos, professores e funcionários ficaram encantados e envolvidos com o projeto do Circuito. “É uma possibilidade de aprendizado e de despertar o interesse dos alunos por conhecer e manusear o meio ambiente, preservando-o e melhorando-o”.

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Logo após o primeiro mês de existência, o Circuito já ganhou uma estufa para a produção de mudas para as hortas da escola e foi criado ainda um grande pomar com espécies frutíferas. O educador conta que após a iniciativa, todos os professores estão levando seus alunos em “expedições” de conhecimento pelos espaços. “Os alunos vêm demonstrando grande satisfação pelo resultado e por terem sido protagonistas em todas as etapas do projeto”, completou.

O diretor conta que a realização desse projeto só foi possível graças a um prêmio que a escola recebeu após ser inscrita no programa Escolas Sustentáveis. A verba disponibilizada pelo Governo Federal visa incentivar as escolas que apresentam projetos de sustentabilidade e que possam trazer impactos positivos em seus campos de atuação.

Além disso, a Escola é parceira da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), que por meio da metodologia de Gestão Integrada da Escola (GIDE) auxilia a instituição com projetos e ações gerenciais. “Com a orientação da FDG é possível organizar e implementar processos internos que nos permitem dedicar tempo a mais tarefas, que visam despertar o interesse dos estudantes pelo aprendizado, pela escola e pelos projetos que propomos”, disse Manoel.

 

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

Gestão em Ação: Simulado do ENEM entusiasma alunos

Gestão em Ação: Simulado do ENEM entusiasma alunos

IMG-20160915-WA0035Belo Horizonte, 15 de setembro.

Aconteceu hoje o simulado presencial do ENEM para os alunos da Escola Estadual Padre João Botelho, parceira da FDG. O simulado é uma ótima maneira não só de conhecer a prova, mas também de verificar quais são os assuntos ou tipos de questões que devem ser mais estudados.

Além dessa atividade, a escola trabalha o Enem por meio de monitoria, portfólio de atividades e gincana específica do tema.

Neste ano, assim como nos anos anteriores, o Enem ocorrerá em dois dias seguidos. No sábado, dia 5 de novembro, os participantes farão as provas de ciências humanas e ciências da natureza, entre as 13h e as 17h30 (horário de Brasília). No domingo, dia 6, serão aplicadas as provas de linguagens e códigos, matemática e redação. Nesse dia, o tempo de exame será mais longo, entre as 13h e as 18h30 (horário de Brasília).

Atualmente o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é a principal avaliação para ingressar no ensino superior. A nota resultante da prova é utilizada como critério para acesso ao ensino superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

A ação ocorrida hoje na E.E. Padre João Botelho é embasada no Índice de Formação de Cidadania e Responsabilidade Social (IFC/RS), principal indicador de resultados da metodologia Gestão Integrada da Educação (GIDE). A escola, parceira da FDG na GIDE, avalia a sua capacidade de ampliar a adesão ao ENEM e de se preparar adequadamente para que seus alunos sejam bem classificados no exame. A cada ano, o indicador possibilita que a escola mensure o seu resultado e defina uma meta de melhoria, propondo ações para alcança-la.

Quando as inscrições para o ENEM são abertas, a equipe gestora da escola conversa com as turmas de alunos do 3º ano do ensino médio sobre a importância da avaliação e disponibiliza os computadores da escola para que os interessados façam a sua inscrição. Painéis informativos são divulgados nas dependências da escola, o que possibilita aos alunos informações atualizadas sobre o período das provas, sites que auxiliam nos estudos, cuidados e dicas sobre a avaliação.

Em sala de aula, além de incentivar, os professores selecionam e trabalham questões de provas anteriores, esclarecendo dúvidas e reforçando os conteúdos que são avaliados.

Em meio a tudo isso, o incentivo que acontece no simulado deixa os estudantes mais preparados para enfrentar essa nova etapa e vencer.

Volta às aulas: descubra como aprender matemática de um jeito mais fácil e divertido para fechar o ano com chave de ouro!

Volta às aulas: descubra como aprender matemática de um jeito mais fácil e divertido para fechar o ano com chave de ouro!

Alunos de escolas públicas atendidas pela FDG, em BH, terão acesso a partir desse segundo semestre a uma nova ferramenta educacional que possibilitará o aprendizado da matemática por meio de jogos.

Depois de um merecido descanso é hora de retomar os estudos para finalizar o ano letivo com sucesso. E um dos principais desafios para grande parte dos estudantes é o aprendizado da matemática, que chega a ser motivo de tormento e dificuldade para muitos alunos. Mas, o uso de uma ferramenta educacional de ponta auxilia na compreensão dessa disciplina e ajuda crianças e jovens a vencerem esse desafio de um jeito mais fácil e divertido.

O Mangahigh é um dos primeiros sites do mundo a oferecer conteúdo didático de forma lúdica. O recurso possibilita o aprendizado por meio de jogos, que desenvolvem no estudante o raciocínio lógico mais rápido e o interesse pelas ciências exatas. O uso da tecnologia possibilita que os alunos tenham melhor compreensão da disciplina e encarem os jogos como desafios, tornando o aprendizado mais prazeroso. Além disso, a equipe pedagógica e os professores podem acompanhar o desempenho dos alunos por meio de gráficos e relatórios.

A plataforma, desde 2012 no Brasil, disponibiliza conteúdos programáticos baseados em atividades gamificadas. De acordo com Toby Rowland, CEO e fundador da MangaHigh.com, a ferramenta é muito popular nos EUA, Reino Unido e Austrália, países onde o acesso gira em torno de 1 milhão de usuários por mês. A ferramenta é também utilizada por mais de 5.000 escolas em mais de 100 países.

Uso da ferramenta por alunos de escolas públicas de BH

A novidade é que, a partir desse segundo semestre de 2016, a Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG) disponibilizará o MangaHigh, em um projeto piloto para 1.560 alunos do Ensino Fundamental I, de três escolas públicas. Essa ação só se tornou possível devido ao convênio de cooperação técnica da FDG com o Colégio Loyola firmado em 2015. “Será uma ótima oportunidade de poder compartilhar essa experiência com o público do nosso Projeto”, disse Maria Helena Godoy, coordenadora dos projetos educacionais da FDG.

O Colégio já utiliza o Mangahigh desde 2013 com seus estudantes, e o objetivo é proporcionar aos alunos do 2º ao 9º Ano do Ensino Fundamental o contato com a tecnologia que serve de estímulo para o aprendizado. Para as escolas parceiras da FDG será uma excelente oportunidade para que as famílias conheçam essa inovação tecnológica em benefício dos alunos. Em paralelo, essa iniciativa propiciará também a aproximação e o acompanhamento da vida escolar dos filhos, na medida em que pais e filhos poderão se exercitar brincando.

Os professores de matemática já estão sendo capacitados, nas escolas, pelo Colégio Loyola. O treinamento começou em junho e vai até agosto. Já os alunos serão cadastrados para terem livre acesso ao conteúdo da plataforma, dentro e fora da escola. “As parcerias e convênios firmados pela FDG acrescentam muito conhecimento de gestão para as escolas que estão engajadas em melhorar o ensino no país. Tanto escolas quanto a FDG têm consciência que um país só se torna grande por meio do caminho da educação. Esse propósito é o que une escolas e FDG”, garantiu Maria Helena Godoy.

Um estado em decadência

Um estado em decadência

Minas encontra-se em franca decadência. Não fosse o agronegócio a derrocada seria maior. Há muito tempo, o estado era um importante centro financeiro: 4 bancos estatais foram vendidos (e teriam mesmo que ser, pois serviam para governantes perpetrarem as pedaladas fiscais, além de outros desvios) e 4 outros privados, considerados de grande porte, também o foram. A mineração e a metalurgia eram grandes geradoras de empregos e arrecadação. Agora, devido à drástica redução do preço do minério de ferro em razão da desaceleração da China, as exportações geram menores resultados financeiros, apesar da valorização do dólar. Acresce a isto o acidente da Samarco, que trouxe insegurança à atividade mineradora. Em 2015, o prejuízo da Vale de 44 bilhões de reais é algo inacreditável. A siderurgia enfrenta crise seríssima. A capacidade instalada mundial é superdimensionada. Com o país em estagflação, o consumo caiu muito. A indústria automobilística e a construção civil, grandes consumidores dos produtos, reduziram as suas atividades. A solução seria exportar. Num mercado em que a oferta é maior que a demanda, sobrevivem as empresas mais competitivas. Mas as nossas não mais o são.

Oriundo do Vale do Aço, fui influenciado a cursar engenharia metalúrgica. Fiz um bom curso, informativo, voltado à produção, com descrição de equipamentos, processos e padrões operacionais. Não deu embasamento para acompanhar mudanças científicas e tecnológicas que ocorrem ao longo dos anos de exercício da profissão. Motivados por um grupo de professores da UFMG e cientes dos planos de desenvolvimento de várias empresas que contemplavam a fabricação de produtos com maior valor agregado, muitos da minha turma optaram por cursar a pós-graduação no Brasil e em vários países. Eu fiz o doutorado na Noruega. Ao término dos cursos, alguns se tornaram professores, entre os quais me incluo, e decidimos mudar o curso de graduação, enfatizando o ensino de conceitos científicos. Foram também criados os cursos de mestrado e doutorado que, pela própria natureza, são calcados em conhecimentos básicos, acoplados à prática. Mais tarde, os cursos foram classificados pelo MEC com o conceito A (excelentes), tanto na graduação, como na pós-graduação. Sinto-me gratificado por ter participado da equipe, comprometida e diligente, que conseguiu esses resultados tão profícuos. Participei por muito tempo da gestão da área, uma vez que fui coordenador da pós-graduação (1 mandato) e chefe do Departamento de Engenharia Metalúrgica (7).

A siderurgia brasileira experimentou extraordinário progresso. As empresas expandiram-se, modernizaram-se, implementaram tecnologias de ponta e passaram a produzir produtos sofisticados, necessários à nossa indústria de transformação. Criaram também centros de pesquisa e staffs técnicos de apoio para dar sustentação às exigências de qualidade e melhoria da produtividade. Atingiram o nível de excelência mundial. Em termos de custos, galgaram patamares insuperáveis, sendo a mais competitiva do mundo em muitos produtos. Lembro-me de que, com a criação da Arcelor, a usina de Monlevade possuía os melhores indicadores, tanto assim que passou a exportar conhecimentos para empresas do grupo na Europa. Contribuímos para que as empresas dominassem as novas tecnologias e otimizassem a produção, formando técnicos de alto nível. A pós- graduação em metalurgia da UFMG já formou mais de 1.050 mestres e doutores, a metade deles em convênios com a indústria. No departamento, iniciamos o movimento de gestão pela qualidade que foi difundido por todo o país, inicialmente no setor siderúrgico, que ajudou sobremaneira as empresas no desenvolvimento acima citado.

O que vemos hoje? Uma indústria em crise, com baixa demanda interna, sem condições de exportar. A China vende aços ao Brasil a valores bem mais baixos que os nossos.

Algumas causas: não existe projeto de país, tampouco política industrial; energia elétrica, a mais cara do mundo; infraestrutura péssima; relações trabalhistas anacrônicas; tributos elevados e gestões temerárias, em algumas empresas. Não somos mais competitivos! Quando viajo a Governador Valadares, ao passar pelo Vale do Aço, vejo-o em agonia, tal o marasmo que tomou conta da região.

José Martins de Godoy, engenheiro pela UFMG, dr. engenheiro pela Norges Tekniske Hogskole, ex-diretor da Escola de Engenharia da UFMG, cofundador do INDG, instituidor e integrante do Conselho de Administração Superior da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), presidente do Conselho de Administração do Instituto Aquila

José Martins de Godoy
Revista Viver Brasil
171 – 25/03/2016

Fonte: http://revistaviverbrasil.com.br/plus/modulos/listas/?tac=noticias-ler&id=1258#.VvJ1puIrLIU. Disponível em 23 de março de 2016.

15 de março: Dia da Escola

15 de março: Dia da Escola

Especialista garante que a má qualidade educacional no país não está ligada à falta de verba, mas sim à deficiência da gestão educacional e explica como reverter este quadro.

A data de 15 de março é dedicada ao Dia da Escola, mas em relação à educação e o ensino público do Brasil não há muitos motivos para comemorar. Não é preciso citar todos os problemas que o sistema educacional brasileiro possui, mas é um consenso saber que ter acesso à educação é fundamental na vida de qualquer pessoa, por isso torná-la prioridade é fundamental para o país.

Entre os problemas mais contundentes enfrentados pela educação no país estão a evasão, retenção e baixo nível de aprendizagem. Para a consultora educacional da Fundação de Desenvolvimento Gerencial, Ana Paula Mendonça, quando há melhoria no índice de aprovação e redução no índice de abandono, as escolas economizam recursos expressivos, sendo que, um aluno reprovado origina custos dobrados. “Além disso, motivar um aluno a estudar para que ele alcance os conhecimentos esperados ao longo do ano permite que ele tenha grandes chances de dar sequência aos estudos com qualidade e dentro da faixa etária prevista.”

Mas, o que poucas pessoas sabem é que a má qualidade educacional no país, na maioria das vezes, não está ligada à falta de verba, mas sim à deficiência da gestão educacional. Para a professora Maria Helena Godoy, coordenadora dos projetos técnicos educacionais da FDG é preciso que as lideranças educacionais saibam onde intervir, evitando desperdício de recursos, tempo e talento de profissionais que decidem percorrer o caminho de tentativas e erros, ao implementar políticas e projetos, sem um diagnóstico prévio, fundamentado em hipóteses.

A importância da Gestão Escolar para a melhoria dos resultados

Para conseguir atuar diretamente na organização das causas pedagógicas e ambientais que têm impacto nos resultados das instituições, a implementação da metodologia de Gestão Integrada da Escola (GIDE) tem gerado importantes resultados. “Escolas e redes de ensino que buscam essa metodologia têm se beneficiado significativamente. Em Belo Horizonte, por exemplo, 5 dos 10 primeiros lugares dentre as escolas públicas, no IDEB 2013, (Ensino Fundamental 1) são de escolas parceiras ou ex-parceiras da FDG. A escola que detém o primeiro lugar desde 2009 no IDEB (7,9 em 2013), é também parceira da FDG”, citou a professora.

De acordo com a consultora Ana Paula, a GIDE é um método gerencial que fala a linguagem utilizada nas escolas. “Sua implementação é orientada juntamente com a equipe gestora da escola, como direção, vice-direção e supervisores. Esse time fica responsável por replicar e orientar os professores durante o desenvolvimento da GIDE”.

E para projetar um trabalho permanente e com maior resultado, a Fundação busca o atendimento das Redes Municipais e/ou Estaduais de educação. “Esse trabalho já está sendo realizado no município de Vespasiano e vem sendo conduzido por meio do investimento de empresa privada, comprometida com responsabilidade social em educação que, sob convênio com a FDG, atende toda a comunidade em seu entorno. Ao participarem efetivamente do amplo contexto educacional carente de ferramentas de gestão, as empresas que investem numa Rede Escolar auxiliam na melhoria da educação brasileira mudando os resultados do município atendido”, citou a consultora educacional.