Dia de Formação – DDF

Dia de Formação – DDF

Profissionais da educação das escolas parceiras da FDG participam do Dia de Formação para promover uma auto-análise dos seus valores pessoais e da sua missão profissional, buscando a evolução de suas competências e vivências.

 

Acontece nesta manhã de sábado, o 3º encontro do Programa de Formação (DDF), oferecido pelo Colégio Loyola às escolas públicas parceiras da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG). Com o objetivo de proporcionar às equipes das escolas envolvidas um dia de motivação, identidade e potencialização da missão educativa, o evento propõe uma metodologia ativa que estimula o autoconhecimento, integração e convivência, elementos fundamentais na missão escolar. A ideia é reunir diretores, professores e gestores para um dia de troca de experiências e aprendizado.

 

“O encontro busca ainda proporcionar aos profissionais da educação um dia de integração e de reflexão sobre a formação pessoal. Por meio desse evento é esperado que os participantes realizem uma auto-análise dos seus valores pessoais e da sua missão profissional, buscando uma evolução das suas competências e vivências”, completou a consultora educacional da FDG, Janaína Lopes.

 

Em 2015, o primeiro encontro contou com a participação de duas escolas parceiras: E.E. Padre João Botelho e E.E. Presidente Antônio Carlos. Segundo a consultora, cada encontro conta com a participação de duas escolas, a fim de proporcionar a troca de vivência e experiência, fundamentais para a integração escolar. Este é o segundo encontro de 2016 e já existem outras datas agendadas para os encontros em setembro e novembro. Neste ano, todas as escolas parceiras terão oportunidade de participar.

De acordo com a consultora, o evento é de extrema importância para os profissionais da educação, especialmente para os professores da rede pública. “O propósito é diferente da maioria das capacitações oferecidas para esse público, não existindo uma pauta de conteúdos metodológicos e didáticos. A ideia é fortalecer a atuação das equipes, pois o que se vê nas escolas, em função do cenário difícil que a educação vem atravessando no país, é um grande número de profissionais “desencantados” e que não acreditam no trabalho diário que desenvolvem junto aos alunos. Muitas vezes esses profissionais deixam de se dedicar e de se empenhar, como faziam no início da carreira, por achar que os alunos não têm vontade de estudar, mas na verdade eles são os principais responsáveis por motivar os alunos na busca pelo aprimoramento contínuo em sua vida escolar”, ressaltou Janaína Lopes.

 

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Profissionais das escolas estaduais Duque de Caxias e Helena Pena em umas das dinâmicas de grupo

Parceria em prol da educação

Todo esse trabalho faz parte de um convênio de cooperação técnica firmado entre a FDG e o Colégio Loyola, em 2015, com o intuito de unir forças para fomentar o desenvolvimento da qualidade da educação das escolas públicas que são parceiras da Fundação. Nessa parceria, são utilizadas as ferramentas, a estrutura física e o conhecimento do Colégio Loyola. Em contrapartida, a instituição de ensino conta com a expertise e a consultoria de algumas soluções da metodologia de Gestão Integrada da Educação (GIDE), que é aplicada pela FDG.

Para Maria Helena Godoy, coordenadora dos projetos técnicos educacionais da FDG, as parcerias firmadas acrescentam muito para as escolas e para a Fundação, já que estão todos engajados em melhorar o ensino no país. “Ambos têm consciência que um país só se torna grande por meio do caminho da educação. Esse propósito é o que une escolas e FDG. Percebemos que os gestores das instituições envolvidos nesse trabalho, já conseguem vislumbrar a importância das soluções gerenciais para a resolução dos problemas que se apresentam no dia-a-dia. Dessa forma, apoiados pelas ferramentas utilizadas na metodologia GIDE, conseguem se planejar de forma assertiva nos trabalhos e estabelecer as metas que conduzirão os trabalhos para os fins esperados na educação”.

 

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

Alunos de escolas públicas atendidas pela FDG, em BH, terão acesso a uma nova ferramenta educacional de ponta que possibilita o aprendizado da matemática por meio de jogos

Alunos de escolas públicas atendidas pela FDG, em BH, terão acesso a uma nova ferramenta educacional de ponta que possibilita o aprendizado da matemática por meio de jogos

O Gerente de Tecnologia do Colégio Loyola, Bruno Paim, e a Consultora Educacional da FDG, Pollyanna Paulo, concedem entrevista à Rádio Itatiaia para falar sobre essa ferramenta inovadora, o Mangahigh, e sua implementação em três escolas parceiras da Fundação.

AUTO FALANTEOuça a entrevista

26 de junho: Dia Internacional de Combate às Drogas

26 de junho: Dia Internacional de Combate às Drogas

Especialista fala sobre o papel fundamental da escola para conscientizar e prevenir o uso de drogas entre os alunos por meio do diálogo e ampliando a perspectiva deles de sucesso na vida.

O dia 26 de junho marca a data escolhida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional de Combate às Drogas. O uso de drogas é um mal social em todo o mundo. Segundo dados do Relatório Mundial sobre Drogas da ONU, cerca de 5% da população mundial entre 15 e 64 anos, que corresponde a uma média de 243 milhões de pessoas, usam drogas ilícitas.

E a escola tem um papel fundamental na vida dos alunos nesse sentido. Para a consultora Ana Paula Mendonça, da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), a escola precisa se posicionar de forma ativa, já que o jovem passa a maior parte do seu tempo nesse espaço. “A escola deve ser o principal instrumento de conscientização e prevenção de drogas. Quanto antes esses procedimentos começarem, melhores são os resultados”.

Por isso, ela afirma que o diálogo é uma ferramenta importante nesse processo. “É preciso manter um diálogo aberto e frequente com os alunos mostrando a eles a importância de se alcançar maior inserção nas atividades escolares e possibilitando que eles ampliem de forma significativa a perspectiva de sucesso na vida. Isso é o contrário do que ocorre com uma pessoa que se envolve com drogas, que tem suas possibilidades de sucesso minimizadas e, por vezes, até a expectativa de vida é reduzida. Dessa forma, as escolas conseguem falar a linguagem dos alunos e trabalhar com o objetivo de minimizar a influência das drogas na vida dessas crianças e adolescentes”, garantiu a especialista.

O uso da gestão para corrigir e atuar de maneira assertiva

Ela conta que por meio da metodologia de Gestão Integrada da Educação (GIDE), utilizada pela FDG nas escolas públicas parceiras que são atendidas pela instituição, é possível mensurar o número de alunos envolvidos com drogas. Dessa forma, a escola consegue atuar de forma corretiva junto a esses alunos que sinalizam por meio de mudanças de comportamento o uso de drogas.

A consultora explica que quando essa é uma variável crítica na escola, o grupo gestor se reúne e define ações específicas de acordo com a realidade em que a mesma está inserida, para minimizar a influência no desempenho dos alunos. “Como exemplo de ações podemos citar: palestras com especialistas, parceria com a Polícia Militar, universidades e postos de saúde e dinâmicas envolvendo as famílias. Além de trabalhos interdisciplinares em que os alunos se transformam em agentes na construção de inúmeras atividades que visam fazê-los compreender os malefícios do uso de drogas”, citou Ana Paula.

A consultora acrescenta ainda que quando a escola identifica precisamente quais alunos apresentam problemas sérios de comportamento em função do uso de drogas, na maioria das vezes as escolas convocam as famílias para fazerem um trabalho junto aos CRAAS – Centro de Referência da Assistência Social ou para o Conselho Tutelar.

 

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

5 de junho: Dia Mundial do Meio Ambiente

5 de junho: Dia Mundial do Meio Ambiente

5 de junho: Dia Mundial do Meio Ambiente

Escola municipal, em BH, cria projeto e desenvolve ações para intensificar a coleta de resíduos de papeis e o descarte correto de pilhas.

Em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente em Estocolmo, na Suécia, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho. Mas foi em 27 de maio de 1981, através do Decreto Federal 86.028, que o governo brasileiro também estabeleceu que neste período, anualmente, em todo território nacional se promoveria a Semana Nacional do Meio Ambiente.

Pensando na melhoria e qualidade do meio ambiente, a Escola Municipal Francisco Magalhães Gomes, em Belo Horizonte, planejou ações para intensificar a coleta de resíduos na escola. Segundo a pedagoga Rosângela Torres de Sá, consultora da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG) e parceira da escola, a direção percebeu que a instituição estava produzindo muito papel e por isso foi inserida uma ação do plano ambiental para trabalhar essa questão.

A consultora explica que o plano ambiental faz parte do programa 5S, que propõe iniciativas e ações que visam o ambiente da qualidade. O Programa 5S é composto por cinco sensos: utilização, ordenação, limpeza, saúde e autodisciplina, e faz parte da metodologia de Gestão Integrada da Educação (GIDE), implantada pela FDG na escola. Seu indicador gerencial permite que sejam identificados, além de causas relacionadas ao processo ensino-aprendizagem, causas relativas às condições ambientais. Ao fazer isso, colabora também com a atitude das pessoas em relação a esse ambiente, os seus colegas e a si mesmas, garantiu Rosângela.

Ações

De acordo com a pedagoga, várias ações já foram e ainda estão sendo desenvolvidas para colocar em prática esse projeto para a redução de resíduos produzidos na escola e gerar os resultados esperados. “Foi criado um folder explicativo sobre o projeto e promovido um dia D para a divulgação do mesmo. Nos últimos dias, estão sendo realizadas oficinas para confeccionar caixas de papelão onde serão coletados os papeis descartados na escola. Os alunos fizeram também uma visita a um aterro sanitário e os professores estão trabalhando com eles em sala de aula ações para diminuir a produção do lixo”.

A consultora acrescenta que além da coleta de papeis, a direção da escola já tinha uma ação para descarte de pilhas que também foi incluída nesse projeto. “Serão colocados recipientes no pátio da escola para a coleta de papeis e pilhas, mas futuramente a ideia é expandir para a coleta seletiva também de outros itens como plástico, vidro e alumínio”, disse Rosângela.

Todo esse projeto é monitorado pelo Programa de Saúde na Escola (PSE) e conta ainda com a colaboração de um funcionário da prefeitura que trabalha na instituição e fica responsável pelo acompanhamento do mesmo.

20 de maio: Dia do Pedagogo

20 de maio: Dia do Pedagogo

Especialista fala sobre os desafios dessa profissão, sendo que um dos principais é o domínio das ferramentas gerenciais.

Desde 2010, o Decreto Lei nº 7.264 instituiu no país o Dia do Pedagogo, que é comemorado em 20 de Maio. A data tem como objetivo promover a discussão do papel da família e da escola no desenvolvimento das crianças, delimitando suas responsabilidades. Ser Pedagogo não é apenas ser Professor, Mestre, Tia, Coordenadora, Supervisora, Orientadora, Dona de escola. É mais do que isso, é ser responsável e saber lidar com o diferente, sem preconceitos, sem distinção de cor, raça, sexo ou religião. Nas mãos desse profissional concentra-se o futuro de muitos médicos, engenheiros, advogados ou qualquer outra profissão.

O profissional de pedagogia é capaz de atuar tanto em espaços escolares como em outros diversos. A pedagoga Rosângela Torres de Sá, consultora da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), explica que no espaço escolar o pedagogo assume um papel importante junto a todos os segmentos, direta ou indiretamente, por meio de práticas educativas direcionadas à transmissão do conhecimento. Ela esclarece que seu ofício consiste em planejar, acompanhar e monitorar o ensino de aprendizagem.

“O Pedagogo é um especialista em Educação que tem como atribuição fundamental difundir conhecimentos no campo Educacional, sendo uma das atribuições mais importantes a de coordenar a elaboração coletiva e acompanhar a efetivação da proposta curricular da escola a partir de políticas educacionais”, completou Rosângela.

O papel do pedagogo como gestor escolar

A especialista ressalta que estes profissionais encontram várias dificuldades no ambiente escolar, sendo que um dos principais desafios é dar um novo conceito ao seu papel de “gerente” no processo de ensino. Ainda segundo a consultora, outro grande desafio enfrentado é a necessidade de que o Pedagogo domine saberes que fundamentem seu fazer pedagógico, ou seja, que dão sustentação ao seu trabalho.

Para ela, um dos saberes essenciais do pedagogo é o domínio das ferramentas gerenciais, que contribui de forma precisa para o trabalho, propiciando condições de atuar de modo mais consistente, promovendo a educação que realmente leva aprendizagem aos alunos.

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

É possível melhorar a educação mesmo em momentos de crise econômica?

É possível melhorar a educação mesmo em momentos de crise econômica?

Especialista em gestão educacional garante que a competência gerencial, com pequenos recursos financeiros, pode operar melhorias significativas nos resultados da aprendizagem.

Quando se pergunta à população brasileira, em uma pesquisa de opinião, qual seria o problema fundamental do Brasil, a maioria indica a precariedade da educação. Mas, o que poucas pessoas sabem é que a má qualidade educacional no país não está ligada à falta de verba, mas sim à deficiência da gestão educacional. O ano de 2016 começou com uma crise econômica e a educação foi uma das áreas que sofreu cortes de investimentos. Mas, para a professora Maria Helena Godoy, coordenadora dos projetos técnicos educacionais da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), em Nova Lima, o mais importante é saber como utilizar esse ativo.

A especialista garante que a competência gerencial, com pequenos recursos financeiros, pode operar melhorias significativas nos resultados da aprendizagem. Entretanto, esses mesmos investimentos, sem foco gerencial, são, na maioria dos casos, desperdício e uma ação falida em termos de resultados. “É necessário que as lideranças educacionais saibam onde intervir, evitando desperdício de recursos, tempo e talento de profissionais que decidem percorrer o caminho de tentativas e erros, ao implementar políticas e projetos, sem um diagnóstico prévio, fundamentados em hipóteses”, diz Maria Helena.

De acordo com a educadora, a gestão contribui fortemente para a melhoria da qualidade da educação, melhorando os índices, por exemplo, de alfabetização, IDEB, ENEM e outros. “É preciso lembrar que o método gerencial não substitui o conhecimento técnico ou pedagógico, mas faz acender um farol indicando onde se deve interferir, na seleção de ações para reversão dos maus resultados. Um exemplo dessas ações apontadas com muita frequência em planos gerenciais diz respeito à atratividade das aulas ministradas. Diagnósticos gerenciais mostram que este é um fator crucial para que se obtenham bons resultados educacionais, como os que têm sido alcançados em Redes Educacionais”, cita.

 

Tabela resultados da implementação_Manaus

Resultados

E para ajudar neste processo de gestão, a especialista cita uma importante ferramenta que permite integrar os aspectos pedagógicos, estratégicos e gerenciais: a metodologia GIDE (Gestão Integrada da Escola), que é orientada pelo método PDCA de solução de problemas e balizada pelo indicador próprio IFC/ RS (Índice de Formação de Cidadania e Responsabilidade Social), apresentando de forma organizada as causas pedagógicas e ambientais que têm impacto nos resultados da aprendizagem. “Escolas e redes de ensino que buscam a metodologia GIDE como método gerencial têm se beneficiado significativamente. Em Belo Horizonte, por exemplo, 5 dos 10 primeiros lugares dentre as escolas públicas, no IDEB 2013, (Ensino Fundamental 1) são parceiras ou ex-parceiras da FDG. A escola que detém o primeiro lugar desde 2009, no IDEB (7,9 em 2013), é também parceira da FDG”, afirma a professora.

Ensino Fundamental I

Dessa forma, na medida em que o conhecimento gerencial organiza os meios para atingir os fins, ou seja, os resultados do processo ensino aprendizagem, conclui-se que a gestão é, de fato, um caminho insubstituível para alterar o patamar de resultados existentes. “Não é utópico pensar que a gestão na educação se mostra o melhor caminho para o crescimento do País”, declara Maria Helena Godoy.

Ideb escolas públicas

Ideb escolas públicas II

Ela lembra que cabe à sociedade civil, com destaque para os pais de alunos, acompanhar criteriosamente os resultados produzidos pelas escolas, a exemplo do IDEB e, em casos de resultados ruins, sugerir (em conselhos de pais, por exemplo) uma gestão mais eficaz com foco em resultados. No caso das empresas, levando-se em conta a eficácia de sua responsabilidade social, o apoio das organizações, fundações e instituições sociais é muito bem-vindo e pode fazer toda a diferença. “A experiência ensina que somente com aplicação de um método gerencial escolas e redes estarão aptas a decidir qual a melhor forma de aplicar um investimento financeiro”.

 

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Aprendizado Adequado

Prova Brasil – Escala SAEB

Na Prova Brasil, o resultado do aluno é apresentado em pontos numa escala (Escala SAEB). Discussões promovidas pelo comitê científico do movimento Todos Pela Educação, composto por diversos especialistas em educação, indicaram qual a pontuação a partir da qual pode-se considerar que o aluno demonstrou o domínio da competência avaliada. Decidiu-se que, de acordo com o número de pontos obtidos na Prova Brasil, os alunos são distribuídos em 4 níveis em uma escala de proficiência: Insuficiente, Básico, Proficiente e Avançado. No QEdu, consideramos que alunos com aprendizado adequado são aqueles que estão nos níveis proficiente e avançado.

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Fonte: Fundação de Desenvolvimento Gerencial

Justiça Restaurativa

Justiça Restaurativa

Palestra realizada no último sábado, para educadores das instituições de ensino parceiras da FDG, discutiu os desafios de lidar com os conflitos e a violência nas escolas.

No último sábado, dia 28, a psicóloga Mônica Mumme esteve em Belo Horizonte e realizou palestra sobre os desafios da convivência na escola, para educadores das instituições de ensino parceiras atendidas pela Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG). O evento foi realizado durante a manhã de sábado, no teatro do Colégio Loyola e é fruto do Convênio de Cooperação Técnica entre o Colégioe a FDG, firmado desde o início deste ano.

Vinda de São Paulo para esse fim, Mônica Mumme, além de psicóloga, é professora, consultora e palestrante especializada em mudanças de comportamento e paradigmas e na implementação de novas práticas. “Esta é uma ótima oportunidade para oseducadores entenderem como as “práticas restaurativas” têm auxiliado os gestores escolares nesse momento de desafio para as instituições”, declarou.

Segundo a especialista é preciso pensar na escola como um lugar comum de convivência e qual o papel de cada um na construção de uma cultura de paz. “O desafio de transformar instituições em espaço de convivência ética e pacífica é imenso. Não se pode, de forma alguma, incorrer no erro de excluir nenhum ator que forma esta instituição. Não podemos deixar que uns ditem a outros como devem ser, sentir e reproduzir nas relações a dominação e o poder autoritário que são muitas vezes o primeiro ato violento e banalizado em nossa sociedade”, afirmou Mônica.

Convivência nas escolas

Após a exposição da palestrante, dois ex-alunos do Colégio Loyola fizeram uma apresentação teatral para os convidados relacionado ao tema do evento. A peça foi inspirada na historia infantil “O Patinho Feio” e de forma muito bem humorada e inteligente mostrou a questão do bullying e a dificuldade que muitas crianças enfrentam em fazer amizades quando ingressam em uma nova instituição de ensino.

A manhã de trabalho foi encerrada com um bate-papo entre a palestrante e os convidados, que puderam tirar dúvidas e fazer perguntas para a especialista, que se dispôs a colaborar com os educadores das instituições públicas parceiras para a criação de um “Núcleo para a Paz”, com o objetivo de melhorar a convivência nas escolas e reduzir a violência.

Foto: Divulgação

Fonte: http://www.bheventos.com.br/noticia/12-02-2015-justica-restaurativa. disponível em 09/12/2015

#integraloyola - #fundacaofdg - #gestaofdg - #GestaoNaEducacaoFDG
Palestra: A educação e o desafio de lidar com o conflito e a violência

Palestra: A educação e o desafio de lidar com o conflito e a violência

Num momento em que o mundo todo sofre e lamenta a falta de paz em decorrência da violência, a psicóloga Mônica Mummevem vem a Belo Horizonte, no próximo sábado, dia 28 de novembro, para falar sobre os desafios da convivência na escola. A palestra é destinada às escolas públicas parceiras que são atendidas pela Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG). “É uma oportunidade única para que diretores, supervisores, professores e educadores possam ouvir sobre as “práticas restaurativas” que têm auxiliado os gestores escolares nesse momento de desafio para as instituições”, declarou a palestrante.

 Segundo a especialista é preciso pensar na escola como um lugar comum de convivência e qual o papel de cada um na construção de uma cultura de paz. “O desafio de transformar instituições em espaço de convivência ética e pacífica é imenso. Não se pode, de forma alguma, incorrer no erro de excluir nenhum ator que forma esta instituição. Não podemos deixar que uns ditem a outros como devem ser, sentir e reproduzir nas relações a dominação e o poder autoritário que são muitas vezes o primeiro ato violento e banalizado em nossa sociedade”, declarou Mônica.

 A palestra será ministrada para cerca de 350 convidados no teatro do Colégio Loyola. O evento pretende discutir com os educadores os desafios de lidar com os conflitos e a violência nas escolas e, além disso, como a educação pode ajudar a promover a paz. “Será uma ótima oportunidade de poder compartilhar essa experiência com o público do nosso Projeto”, disse Maria Helena Godoy, coordenadora dos projetos educacionais da FDG.

 Parceria em prol da educação

 Vinda de São Paulo para esse fim, Mônica Mumme, além de psicóloga, também é professora, consultora e palestrante especializada em mudanças de comportamento e paradigmas e na implementação de novas práticas. A especialista foi convidada pelo Colégio Loyola para apresentar o tema para os educadores das escolas públicas parceiras da Fundação, dentro do Convênio de Cooperação Técnica entre o Loyola a e a FDG, firmado desde o início deste ano.

 Um dos objetivos desse convênio é unir forças para fomentar o desenvolvimento da qualidade da educação das escolas públicas que são parceiras da Fundação. “Nessa parceria, serão utilizadasas ferramentas, a estrutura física e o conhecimento do Colégio Loyola. Em contrapartida, a instituição de ensino contará com a expertise e a consultoria de algumas soluções da metodologia de Gestão Integrada da Educação (GIDE), que é aplicada pela FDG”, explicou o Padre Germano Cord Neto, reitor e diretor geral do Colégio Loyola.

Foto: Divulgação

Fonte:  http://www.bheventos.com.br/evento/11-28-2015-palestra-a-educacao-e-o-desafio-de-lidar-com-o-conflito-e-a-violencia. Disponível em 09/12/15.