Maria Helena Godoy recebe Medalha JK

Maria Helena Godoy recebe Medalha JK

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Em Diamantina, o governador Fernando Pimentel presidiu uma bela solenidade que condecorou uma série de personalidades com a Medalha JK, cujo patrono é o ex-presidente Juscelino Kubitschek. O mérito cívico é concedido a personalidades mineiras que prestaram serviços de excepcional relevância à coletividade do município, estado ou país. Entre as personalidades agraciadas, destacamos a ilustre professora Maria Helena Godoy, que foi acompanhada por seu marido, o professor José Martins Godoy. (Foto: Rodrigo Godoy e Luísa Lolli, José Martins Godoy e Maria Helena, Raquel Godoy e Guilherme Tolentino – Crédito Luiz Felipe Ribeiro Pereira)

 

Fonte: http://blogdopco.com.br/maria-helena-godoy-recebe-medalha-jk-2/. Acessado em: 19 de setembro de 2017.

Boas práticas e mais conhecimento é tema da Feira de Ciências 2016 em escola parceira da FDG

Boas práticas e mais conhecimento é tema da Feira de Ciências 2016 em escola parceira da FDG

E foi assim a manhã do último sábado, dia 5, na EE Carlos Campos, parceira da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG) desde 2007. A escola que ocupa umas das 5 melhores posições no IDEB, entre as instituições de ensino estaduais de Belo Horizonte, recebeu os alunos e suas famílias para uma manhã cheia de conhecimento.

No final de semana em que os jovens do país participaram do ENEM, os alunos do ensino fundamental I, juntamente com suas professoras, tiveram a oportunidade de apresentar às famílias como a escola se mobiliza para proporcionar aulas mais interativas.

As famílias participaram de experiências concretas de matemática, português, consciência ambiental, higiene e cuidados com a alimentação e saúde durante a Feira de Ciências deste ano.

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As turmas de 1º ano apresentaram palestras sobre a importância de uma alimentação balanceada e sobre a prática de exercícios físicos. As famílias tiveram acesso a diversas receitas saudáveis, nos livros produzidos pelos alunos, e se deliciaram com uma salada de frutas. “Esse assunto é de fato muito importante e foi um dos focos da ONU em 2016, que solicitou aos principais governantes a definição de medidas efetivas para reverter epidemia mundial de obesidade infantil”, acrescentou a consultora da FDG, Ana Paula Mendonça, que esteve presente na feira.

Os alunos do 2º ano levaram as famílias a uma reflexão sobre como tratamos o meio ambiente. O tema “Bicho livre é bicho na natureza” foi trabalhado por meio de maquetes, quebra cabeças de palavras e produção de textos. Os alunos demonstraram que a conscientização ambiental de massa, só será possível com percepção e entendimento do real valor do meio ambiente natural para a sociedade.

O 3º ano, série em que os alunos precisam consolidar a alfabetização, inseriu as famílias em brincadeiras como bingo e dominó de adição e subtração. Além disso, os grupos familiares foram convidados para uma viagem ao mundo da leitura onde participaram da produção de textos e ainda puderam conhecer os textos produzidos pelos alunos no “Envelope da Leitura”, atividade que as famílias participaram ativamente durante o ano. A leitura permite que a criança desenvolva a criatividade, a imaginação e conheça o imenso universo da cultura.

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Já as turmas do 4º ano foram responsáveis por reforçar a conscientização de todos os presentes a respeito de uma questão de saúde pública, a dengue. A doença transmitida por um mosquito é característica de regiões tropicais e subtropicais e está diretamente relacionada às práticas de higiene da população. “É imprescindível a participação efetiva de toda população no combate aos focos de acúmulo de água, que são ambientes propícios para a criação e reprodução do mosquito transmissor Aedes aegypti”, ressaltou Ana Paula Mendonça. Em uma sala totalmente ambientada sobre o assunto as famílias assistiram a um vídeo para aprender como podem ajudar nesse combate.

O 5º ano participou de uma divertida competição de matemática, a “Bola sabida”. Na reta final desses alunos na escola, eles tiveram a oportunidade de mostrar às famílias como a multiplicação e divisão podem ser divertidas e muito fáceis de aprender.

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A Gestão Integrada da Escola (GIDE) orienta as escolas parceiras da FDG quanto ao registro dessas e outras práticas pedagógicas bem-sucedidas possibilitando um aprendizado de qualidade focado no desenvolvimento das competências e habilidades previstas na matriz de referência dos anos iniciais. Assim a escola proporciona a aquisição de conhecimento e valores.

IDEB 2015 confirma o sucesso das escolas parceiras da FDG

IDEB 2015 confirma o sucesso das escolas parceiras da FDG

Nesta última quinta-feira foi divulgado o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), ano base 2015,  principal indicador da qualidade do ensino no país.

Como ocorrido nas edições anteriores do IDEB, as escolas parceiras da FDG que trabalham com a Gestão Integrada Escola obtiveram excelentes resultados, incluindo a Rede Municipal de Caeté, ex-parceira, cujas escolas continuam implementando a Gestão Escolar.

A FDG parabeniza as escolas parceiras pelos resultados alcançados!

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Resultados IDEB 2015_B

Resultados IDEB 2015_C

 

Mais informações, acesse: http://ideb.inep.gov.br/

Manhã de capacitação para os professores das Escolas Estaduais Duque de Caxias, Padre João Botelho e Francisco Firmo de Matos

Manhã de capacitação para os professores das Escolas Estaduais Duque de Caxias, Padre João Botelho e Francisco Firmo de Matos

Muito se tem discutido sobre a formação dos professores, já que o Plano Nacional de Educação 2014-2024 prevê uma meta para formação inicial e outra para formação continuada. Isso porque o professor preparado tem papel fundamental na vida de seus alunos.

Pensando em melhorar a formação dos professores, a Fundação de Desenvolvimento Gerencial e o Colégio Loyola estão oferecendo, agora pela manhã, por meio do Convênio de Cooperação Técnica, a capacitação “O Lúdico e a Aprendizagem Significativa” para os professores do Ensino Fundamental I das escolas estaduais Duque de Caxias, Padre João Botelho e Francisco Firmo de Matos.

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Os professores do Colégio Loyola ministram, na capacitação, as seguintes oficinas:

- Letramento: da imaginação a aprendizagem significativa;
- Cric do Grilo: ativando os sentidos para a leitura do mundo;
- Ciranda dos livros e cultura das diferentes pessoas;
- Minas são Muitas: Cultura, Arte e Conhecimento;
- Conquistando Territórios, Ampliando Fronteiras.

O objetivo é auxiliar os professores na elaboração de aulas mais atrativas diante da nova realidade da sala de aula, atuando como mediadores da aprendizagem e promovendo educação de qualidade.

 

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Dinâmica apresentada em uma das oficinas ministradas

 

11 de agosto – Dia do Estudante

11 de agosto – Dia do Estudante

11 de agosto – Dia do Estudante

 

GIDE – Gestão Integrada da Educação auxilia na identificação das causas que mais influenciam os resultados nas escolas parceiras atendidas pela metodologia, e propõe ações criativas e inovadoras para atrair e incentivar os alunos a melhorarem nos estudos.

O dia do estudante surgiu oficialmente no ano de 1927, cem anos após a criação dos primeiros cursos superiores no Brasil. A data escolhida para comemorá-lo foi o dia 11 de agosto. Um levantamento feito pelo Ministério da Educação (MEC) registrou em 2015 um total de 37.826.565 alunos matriculados no Brasil.

O acesso à Educação é um direito assegurado pela Artigo 26, da Declaração Universal dos Direitos Humanos, por isso, vários programas governamentais já foram criados para incentivar a permanência na escola e zerar o analfabetismo. Estudar não é uma tarefa fácil e por isso deve ser valorizado! É preciso muita disciplina e dedicação e deve ser visto como uma atividade de grande responsabilidade.

De acordo com a consultora dos Projetos Educacionais da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), Pollyanna Silva, o estudo leva as crianças ao crescimento saudável, a aprender a conviver com outras pessoas, a aceitar regras de boa convivência, além de dar-lhes conhecimentos para a vida, como a leitura e a escrita.

Pensando assim, a GIDE (Gestão Integrada da Educação) atua com o objetivo de melhorar o processo ensino e aprendizagem. Quando a escola tem foco em resultados ela promove várias ações para elevar o desempenho dos alunos e, consequentemente, os resultados da escola crescem.

Bom exemplo: aluno é premiado na OBMEP 2015

Por exemplo, na Escola Estadual Padre João Botelho, localizada no Bairro das Indústrias em Belo Horizonte, uma das ações para incentivar os alunos a estudarem e melhorarem seu desempenho é feita através de premiações. Após a consolidação e análise dos resultados bimestrais, a escola organiza um momento com a participação da família para premiar os alunos destaque. Ou seja, alunos cujo desempenho é igual ou superior a 70% do valor do bimestre em todas as disciplinas.

O aluno do 7º ano do ensino fundamental da escola, Paulo Roberto Silva Costa, de 12 anos, premiado na OBMEP em 2015 com um curso de matemática na UFMG e eleito o melhor aluno no segundo bimestre afirma se sentir impulsionado a estudar cada vez mais: “Um sentimento de felicidade e de alegria, por ter ganhado esses prêmios muito importantes que podem me ajudar na carreira quando crescer.”

Ele acrescenta que a escola o ajudou a melhorar sua maneira de estudar: “A escola me motiva a estudar, o ensino é muito bom com presença dos professores que se esforçam bastante para nos ensinar da melhor forma possível. Eu gosto dessa escola, ela tem excelentes resultados, com professores nota 10, a escola é bonita e tudo nela é bom. Aqui também tem uma parceria que nos ensina música, eu toco oboé e isso me ajuda a melhorar na matemática.”

Esse trabalho não é reconhecido só pelos alunos. As famílias também agradecem. “Na vida de qualquer criança, para o seu futuro, é fundamental a presença da família, a motivação para os estudos e o acompanhamento diário é muito importante. A escola Padre João Botelho conta com professores de excelência, com uma equipe de direção pedagógica nota 10, então a escola dá muitas oportunidades para os alunos que na minha época eu não tive, o meu papel é incentivá-lo a aproveitar todas essas oportunidades”, afirmou Kely Cristina Silva Costa, mãe do aluno premiado.

Ela reconhece que são esses projetos desenvolvidos na escola pelos professores e as parcerias que motivam os alunos e promovem a aprendizagem. “A escola conta com parcerias como Vallourec, com aulas de música e a FDG – com foco na aprendizagem dos alunos. É uma escola que está sempre inovando, buscando parcerias em prol dos alunos. Tem um projeto de português em que, a cada 15 dias, os alunos leem um livro novo, uma história nova para aprender, para conhecer, já que a leitura leva o ser humano a todos os lugares do mundo, sem sair do lugar. 

 

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

Volta às aulas: descubra como aprender matemática de um jeito mais fácil e divertido para fechar o ano com chave de ouro!

Volta às aulas: descubra como aprender matemática de um jeito mais fácil e divertido para fechar o ano com chave de ouro!

Alunos de escolas públicas atendidas pela FDG, em BH, terão acesso a partir desse segundo semestre a uma nova ferramenta educacional que possibilitará o aprendizado da matemática por meio de jogos.

Depois de um merecido descanso é hora de retomar os estudos para finalizar o ano letivo com sucesso. E um dos principais desafios para grande parte dos estudantes é o aprendizado da matemática, que chega a ser motivo de tormento e dificuldade para muitos alunos. Mas, o uso de uma ferramenta educacional de ponta auxilia na compreensão dessa disciplina e ajuda crianças e jovens a vencerem esse desafio de um jeito mais fácil e divertido.

O Mangahigh é um dos primeiros sites do mundo a oferecer conteúdo didático de forma lúdica. O recurso possibilita o aprendizado por meio de jogos, que desenvolvem no estudante o raciocínio lógico mais rápido e o interesse pelas ciências exatas. O uso da tecnologia possibilita que os alunos tenham melhor compreensão da disciplina e encarem os jogos como desafios, tornando o aprendizado mais prazeroso. Além disso, a equipe pedagógica e os professores podem acompanhar o desempenho dos alunos por meio de gráficos e relatórios.

A plataforma, desde 2012 no Brasil, disponibiliza conteúdos programáticos baseados em atividades gamificadas. De acordo com Toby Rowland, CEO e fundador da MangaHigh.com, a ferramenta é muito popular nos EUA, Reino Unido e Austrália, países onde o acesso gira em torno de 1 milhão de usuários por mês. A ferramenta é também utilizada por mais de 5.000 escolas em mais de 100 países.

Uso da ferramenta por alunos de escolas públicas de BH

A novidade é que, a partir desse segundo semestre de 2016, a Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG) disponibilizará o MangaHigh, em um projeto piloto para 1.560 alunos do Ensino Fundamental I, de três escolas públicas. Essa ação só se tornou possível devido ao convênio de cooperação técnica da FDG com o Colégio Loyola firmado em 2015. “Será uma ótima oportunidade de poder compartilhar essa experiência com o público do nosso Projeto”, disse Maria Helena Godoy, coordenadora dos projetos educacionais da FDG.

O Colégio já utiliza o Mangahigh desde 2013 com seus estudantes, e o objetivo é proporcionar aos alunos do 2º ao 9º Ano do Ensino Fundamental o contato com a tecnologia que serve de estímulo para o aprendizado. Para as escolas parceiras da FDG será uma excelente oportunidade para que as famílias conheçam essa inovação tecnológica em benefício dos alunos. Em paralelo, essa iniciativa propiciará também a aproximação e o acompanhamento da vida escolar dos filhos, na medida em que pais e filhos poderão se exercitar brincando.

Os professores de matemática já estão sendo capacitados, nas escolas, pelo Colégio Loyola. O treinamento começou em junho e vai até agosto. Já os alunos serão cadastrados para terem livre acesso ao conteúdo da plataforma, dentro e fora da escola. “As parcerias e convênios firmados pela FDG acrescentam muito conhecimento de gestão para as escolas que estão engajadas em melhorar o ensino no país. Tanto escolas quanto a FDG têm consciência que um país só se torna grande por meio do caminho da educação. Esse propósito é o que une escolas e FDG”, garantiu Maria Helena Godoy.

Dia da Família

Dia da Família

Neste ano, o evento realizado na Escola Estadual Helena Pena, em Belo Horizonte, teve como tema o combate e prevenção à dengue.

Todos os anos a Escola Estadual Helena Pena, no bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, promove a festa do Dia da Família. Há alguns anos a escola deixou de promover uma festa para o Dia das Mães ou dos Pais e passou a realizar um evento único e sem distinção, já que atende alunos que vivem em diferentes estruturas familiares. Neste ano, devido ao aumento de casos de dengue entre os alunos e funcionários o tema da festa, que aconteceu na manhã do último sábado, dia 7, foi o combate e prevenção ao mosquito Aedes Aegypt.

Durante o evento, os alunos realizaram uma série de apresentações. Os estudantes do 5º ano fizeram uma apresentação teatral para toda a escola, no próprio auditório, sobre o combate à dengue. Já os alunos de 6 e 7 anos, apresentaram uma música sobre o Dia da Família. Na quadra de esportes da escola também houve uma apresentação de Zumba, produzida pela professora de educação física. Além disso, os pais receberam, em sala de aula, os resultados do 1º bimestre dos alunos durante uma reunião com os professores e as mães foram homenageadas pelo seu dia, que foi comemorado no último domingo, dia 8.

Campanha de combate à dengue

A escola atende alunos de 6 a 11 anos, do 1º ao 5º ano, totalizando cerca de 500 estudantes. De acordo com a vice-diretora Sidnea Aparecida, neste ano houve um aumento significativo dos casos de dengue na escola e que vem afastando alunos e professores da sala de aula. “Temos realizado com os estudantes passeatas na região com a distribuição de panfletos para a comunidade. Já os alunos menores fazem rondas diárias na escola para identificar possíveis focos do mosquito. Além das peças de teatro sobre o tema, também foi confeccionado um mural, com a ajuda de algumas mães conscientizando sobre a importância da prevenção à dengue”.

 

A vice-diretora acrescenta que todas essas ações fazem parte do programa ambiental 5S, que foi implantado na escola por meio da metodologia de Gestão Integrada da Educação (GIDE), pela Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG). “O 5S trabalha os cinco sensos para a melhoria do ambiente e também da vida pessoal de toda comunidade escolar, ajudando a formar hábitos saudáveis de vida entre as pessoas”, disse.

 

“A campanha de combate à dengue engloba todos os temas do programa 5S (Utilização/Ordenação/Limpeza/Saúde/Auto-disciplina). Com a utilização, limpeza e ordenação é possível separar os materiais que são úteis dos que não são mais utilizados para evitar o acúmulo de sujeira e água parada, contribuindo para a saúde de todos e a auto-disciplina de manter esse hábito”, afirmou a consultora da FDG na escola, Janaína Lopes.

É possível melhorar a educação mesmo em momentos de crise econômica?

É possível melhorar a educação mesmo em momentos de crise econômica?

Especialista em gestão educacional garante que a competência gerencial, com pequenos recursos financeiros, pode operar melhorias significativas nos resultados da aprendizagem.

Quando se pergunta à população brasileira, em uma pesquisa de opinião, qual seria o problema fundamental do Brasil, a maioria indica a precariedade da educação. Mas, o que poucas pessoas sabem é que a má qualidade educacional no país não está ligada à falta de verba, mas sim à deficiência da gestão educacional. O ano de 2016 começou com uma crise econômica e a educação foi uma das áreas que sofreu cortes de investimentos. Mas, para a professora Maria Helena Godoy, coordenadora dos projetos técnicos educacionais da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), em Nova Lima, o mais importante é saber como utilizar esse ativo.

A especialista garante que a competência gerencial, com pequenos recursos financeiros, pode operar melhorias significativas nos resultados da aprendizagem. Entretanto, esses mesmos investimentos, sem foco gerencial, são, na maioria dos casos, desperdício e uma ação falida em termos de resultados. “É necessário que as lideranças educacionais saibam onde intervir, evitando desperdício de recursos, tempo e talento de profissionais que decidem percorrer o caminho de tentativas e erros, ao implementar políticas e projetos, sem um diagnóstico prévio, fundamentados em hipóteses”, diz Maria Helena.

De acordo com a educadora, a gestão contribui fortemente para a melhoria da qualidade da educação, melhorando os índices, por exemplo, de alfabetização, IDEB, ENEM e outros. “É preciso lembrar que o método gerencial não substitui o conhecimento técnico ou pedagógico, mas faz acender um farol indicando onde se deve interferir, na seleção de ações para reversão dos maus resultados. Um exemplo dessas ações apontadas com muita frequência em planos gerenciais diz respeito à atratividade das aulas ministradas. Diagnósticos gerenciais mostram que este é um fator crucial para que se obtenham bons resultados educacionais, como os que têm sido alcançados em Redes Educacionais”, cita.

 

Tabela resultados da implementação_Manaus

Resultados

E para ajudar neste processo de gestão, a especialista cita uma importante ferramenta que permite integrar os aspectos pedagógicos, estratégicos e gerenciais: a metodologia GIDE (Gestão Integrada da Escola), que é orientada pelo método PDCA de solução de problemas e balizada pelo indicador próprio IFC/ RS (Índice de Formação de Cidadania e Responsabilidade Social), apresentando de forma organizada as causas pedagógicas e ambientais que têm impacto nos resultados da aprendizagem. “Escolas e redes de ensino que buscam a metodologia GIDE como método gerencial têm se beneficiado significativamente. Em Belo Horizonte, por exemplo, 5 dos 10 primeiros lugares dentre as escolas públicas, no IDEB 2013, (Ensino Fundamental 1) são parceiras ou ex-parceiras da FDG. A escola que detém o primeiro lugar desde 2009, no IDEB (7,9 em 2013), é também parceira da FDG”, afirma a professora.

Ensino Fundamental I

Dessa forma, na medida em que o conhecimento gerencial organiza os meios para atingir os fins, ou seja, os resultados do processo ensino aprendizagem, conclui-se que a gestão é, de fato, um caminho insubstituível para alterar o patamar de resultados existentes. “Não é utópico pensar que a gestão na educação se mostra o melhor caminho para o crescimento do País”, declara Maria Helena Godoy.

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Ela lembra que cabe à sociedade civil, com destaque para os pais de alunos, acompanhar criteriosamente os resultados produzidos pelas escolas, a exemplo do IDEB e, em casos de resultados ruins, sugerir (em conselhos de pais, por exemplo) uma gestão mais eficaz com foco em resultados. No caso das empresas, levando-se em conta a eficácia de sua responsabilidade social, o apoio das organizações, fundações e instituições sociais é muito bem-vindo e pode fazer toda a diferença. “A experiência ensina que somente com aplicação de um método gerencial escolas e redes estarão aptas a decidir qual a melhor forma de aplicar um investimento financeiro”.

 

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ANEXO I

Aprendizado Adequado
Prova Brasil – Escala SAEB

Na Prova Brasil, o resultado do aluno é apresentado em pontos numa escala (Escala SAEB). Discussões promovidas pelo comitê científico do movimento Todos Pela Educação, composto por diversos especialistas em educação, indicaram qual a pontuação a partir da qual pode-se considerar que o aluno demonstrou o domínio da competência avaliada. Decidiu-se que, de acordo com o número de pontos obtidos na Prova Brasil, os alunos são distribuídos em 4 níveis em uma escala de proficiência: Insuficiente, Básico, Proficiente e Avançado. No QEdu, consideramos que alunos com aprendizado adequado são aqueles que estão nos níveis proficiente e avançado.

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Fonte: Fundação de Desenvolvimento Gerencial

Justiça Restaurativa

Justiça Restaurativa

Palestra realizada no último sábado, para educadores das instituições de ensino parceiras da FDG, discutiu os desafios de lidar com os conflitos e a violência nas escolas.

No último sábado, dia 28, a psicóloga Mônica Mumme esteve em Belo Horizonte e realizou palestra sobre os desafios da convivência na escola, para educadores das instituições de ensino parceiras atendidas pela Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG). O evento foi realizado durante a manhã de sábado, no teatro do Colégio Loyola e é fruto do Convênio de Cooperação Técnica entre o Colégioe a FDG, firmado desde o início deste ano.

Vinda de São Paulo para esse fim, Mônica Mumme, além de psicóloga, é professora, consultora e palestrante especializada em mudanças de comportamento e paradigmas e na implementação de novas práticas. “Esta é uma ótima oportunidade para oseducadores entenderem como as “práticas restaurativas” têm auxiliado os gestores escolares nesse momento de desafio para as instituições”, declarou.

Segundo a especialista é preciso pensar na escola como um lugar comum de convivência e qual o papel de cada um na construção de uma cultura de paz. “O desafio de transformar instituições em espaço de convivência ética e pacífica é imenso. Não se pode, de forma alguma, incorrer no erro de excluir nenhum ator que forma esta instituição. Não podemos deixar que uns ditem a outros como devem ser, sentir e reproduzir nas relações a dominação e o poder autoritário que são muitas vezes o primeiro ato violento e banalizado em nossa sociedade”, afirmou Mônica.

Convivência nas escolas

Após a exposição da palestrante, dois ex-alunos do Colégio Loyola fizeram uma apresentação teatral para os convidados relacionado ao tema do evento. A peça foi inspirada na historia infantil “O Patinho Feio” e de forma muito bem humorada e inteligente mostrou a questão do bullying e a dificuldade que muitas crianças enfrentam em fazer amizades quando ingressam em uma nova instituição de ensino.

A manhã de trabalho foi encerrada com um bate-papo entre a palestrante e os convidados, que puderam tirar dúvidas e fazer perguntas para a especialista, que se dispôs a colaborar com os educadores das instituições públicas parceiras para a criação de um “Núcleo para a Paz”, com o objetivo de melhorar a convivência nas escolas e reduzir a violência.

Foto: Divulgação

Fonte: http://www.bheventos.com.br/noticia/12-02-2015-justica-restaurativa. disponível em 09/12/2015

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