Profissionais da educação das escolas parceiras da FDG participaram da última edição do Dia De Formação – DDF/2016

Profissionais da educação das escolas parceiras da FDG participaram da última edição do Dia De Formação – DDF/2016

Diretoras, professores e gestores das escolas estaduais Padre João Botelho e Presidente Antônio Carlos, parceiras da Fundação de Desenvolvimento Gerencial – FDG, participaram hoje do Dia De Formação – DDF. O evento fechou o ciclo de encontros desse ano promovido pelo Colégio Loyola, por meio do convênio de cooperação técnica firmado com a Fundação.

DDF tem o objetivo de proporcionar às equipes das escolas envolvidas um dia de motivação, identidade e potencialização da missão educativa. O evento propõe uma metodologia ativa que estimula o autoconhecimento, integração e convivência, elementos fundamentais na missão escolar. “Esses encontros que tem como temática ‘Gente que forma gente’ são essenciais para promover uma educação de qualidade e uma formação integral”, acrescentou a consultora da FDG, Pollyanna Faria.

Nessa 4ª edição as equipes participaram de oficinas que trabalharam a Responsabilidade, o Cuidado e a Solidariedade.  Para o professor de matemática da E.E. Padre João Botelho, Walber Ferreira Cândido, encontros como esses colaboram para o crescimento profissional de toda comunidade escolar.  “Esse dia teve uma grande importância, uma vez que somos sempre chamados a crescer profissionalmente, estar diante de pessoas tão bem instruídas como a equipe do Colégio Loyola vem acrescentar muito na nossa formação”, relatou o professor.

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Dinâmica de abertura do Dia De Formação – DDF                    Oficina com uma das equipes

 

Para a professora Maria de Fátima Pessoa, da E.E. Presidente Antônio Carlos, o encontro foi uma oportunidade de crescimento profissinal e pessoal. Neste vídeo ela relatou sua experiência sobre o evento.

 

Parceria em prol da educação

Todo esse trabalho faz parte de um convênio de cooperação técnica firmado entre a FDG e o Colégio Loyola, em 2015, com o intuito de unir forças para fomentar o desenvolvimento da qualidade da educação das escolas públicas que são parceiras da Fundação. Nessa parceria, são utilizadas as ferramentas, a estrutura física e o conhecimento do Colégio Loyola. Em contrapartida, a instituição de ensino conta com a expertise e a consultoria de algumas soluções da metodologia de Gestão Integrada da Educação (GIDE), que é aplicada pela FDG.

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

A importância do professor como gestor em sala de aula

A importância do professor como gestor em sala de aula

Segundo especialista, o maior desafio para o professor, hoje, é saber planejar aulas e atividades cada vez mais atrativas, uma vez que os alunos estão inseridos em um mundo tecnológico em que as informações são acessadas com o maior nível de sofisticação e em tempo real.

A data de 15 de outubro é merecidamente dedicada ao Dia do Professor, mas ainda são poucas pessoas que enxergam e entendem o importante papel que ele desempenha também como gestor da sala de aula. Segundo a pedagoga Maria Helena Godoy, coordenadora técnica dos projetos educacionais da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), o professor, hoje, vive um grande desafio de saber planejar aulas e atividades cada vez mais atrativas, usando materiais e abordagens alternativas, uma vez que os alunos estão inseridos em um mundo tecnológico em que as informações são acessadas com o maior nível de sofisticação e em tempo real. “Cabe a ele identificar as experiências prévias dos seus alunos e inovar sistematicamente para que o interesse deles seja mantido. A gestão pode contribuir também nesse aspecto, uma vez que orienta para a identificação, o registro e a difusão de melhores práticas nas escolas”.

Ela acredita que o professor é um gestor de sala de aula, na essência da palavra e explica que gerenciar é organizar os meios para atingir os fins. “Portanto, cabe a ele desenvolver o processo ensino aprendizagem, com a melhor qualidade possível (cuidando do material pedagógico, da abordagem selecionada e outros meios), para que os resultados de aprendizagem sejam atingidos. Por isso, o professor deve sempre buscar estipular objetivos para o trabalho em sala de aula e com os alunos. Quem não tem meta, não gerencia. As metas dão o norte, mostrando onde se deve chegar ou quais resultados desejam alcançar”, garantiu Maria Helena.

Um exemplo é a meta do IDEB, estabelecida pelo MEC. Segundo a especialista, em um processo de gerenciamento mais avançado, é interessante estabelecer metas até por aluno. “Dessa forma, além das metas da escola/turma, cada aluno irá gerenciar o seu próprio desenvolvimento. Evidentemente, metas pedem planos de ação para que sejam atingidas. A gestão engloba os elementos indispensáveis para atingir melhores resultados. A aplicação do método científico de solução de problemas (PDCA) tem apoiado redes de ensino e escolas (mais de 5.500 escolas em 10 estados do Brasil), na busca de melhores resultados no processo ensino aprendizagem. Os resultados são significativos. Redes de ensino e escolas que aplicam a metodologia têm apresentado crescimento exponencial nas notas do IDEB e são vistos como referência para outras redes e escolas no País”.

Mas, para isso também é importante a participação de toda a escola, principalmente a direção. “A direção é a liderança máxima da escola. Quando se aplica gestão na área educacional, comprova-se que resultados na educação são conquistados observando-se três elementos: liderança, conhecimento técnico (fazer pedagógico) e conhecimento gerencial. Cabe, portanto, à liderança, convocar a comunidade, motivá-la para trabalhar por metas mais elevadas, conduzir a implementação de planos de ação robustos e consistentes, monitorando e tomando as ações corretivas em caso de insucesso, além de padronizar as boas práticas. Isto é gestão!”, afirmou a coordenadora de projetos da FDG”

Trabalho em equipe

Outra parte importante desse processo é o envolvimento dos pais com a educação dos filhos. As notas da Prova Brasil, cruzadas com os dados dos questionários do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) sobre participação de pais, mostram que os resultados dos alunos, até o quinto ano, podem ser incrementados em torno de 20%, quando os pais são parceiros da escola. De acordo com a pedagoga, o envolvimento dos pais é um exercício de persuasão a ser conduzido pelas lideranças da escola, mostrando os benefícios para os filhos. “Há escolas que fazem atividades paralelas que envolvem os pais, no sentido de fazê-los participar da vida escolar dos filhos”.

Ela acrescenta que a rotina escolar também deve existir, além de ser bem planejada e cumprida. Ainda segundo a especialista, isso propicia previsibilidade no cumprimento dos conteúdos e no atingimento das metas estabelecidas. “É impensável uma escola que conduza as atividades de forma aleatória. É absolutamente importante que a escola consiga atrair os pais para que eles sejam seus parceiros, na busca da excelência do processo ensino aprendizagem. Esta postura é especialmente importante para os alunos mais novos (até o quinto ano). Atuando assim, os hábitos, estabelecidos na escola serão mantidos em casa e os resultados da aprendizagem serão potencializados”, completou.

 

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

Dia de Formação – DDF

Dia de Formação – DDF

Profissionais da educação das escolas parceiras da FDG participam do Dia de Formação para promover uma auto-análise dos seus valores pessoais e da sua missão profissional, buscando a evolução de suas competências e vivências.

 

Acontece nesta manhã de sábado, o 3º encontro do Programa de Formação (DDF), oferecido pelo Colégio Loyola às escolas públicas parceiras da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG). Com o objetivo de proporcionar às equipes das escolas envolvidas um dia de motivação, identidade e potencialização da missão educativa, o evento propõe uma metodologia ativa que estimula o autoconhecimento, integração e convivência, elementos fundamentais na missão escolar. A ideia é reunir diretores, professores e gestores para um dia de troca de experiências e aprendizado.

 

“O encontro busca ainda proporcionar aos profissionais da educação um dia de integração e de reflexão sobre a formação pessoal. Por meio desse evento é esperado que os participantes realizem uma auto-análise dos seus valores pessoais e da sua missão profissional, buscando uma evolução das suas competências e vivências”, completou a consultora educacional da FDG, Janaína Lopes.

 

Em 2015, o primeiro encontro contou com a participação de duas escolas parceiras: E.E. Padre João Botelho e E.E. Presidente Antônio Carlos. Segundo a consultora, cada encontro conta com a participação de duas escolas, a fim de proporcionar a troca de vivência e experiência, fundamentais para a integração escolar. Este é o segundo encontro de 2016 e já existem outras datas agendadas para os encontros em setembro e novembro. Neste ano, todas as escolas parceiras terão oportunidade de participar.

De acordo com a consultora, o evento é de extrema importância para os profissionais da educação, especialmente para os professores da rede pública. “O propósito é diferente da maioria das capacitações oferecidas para esse público, não existindo uma pauta de conteúdos metodológicos e didáticos. A ideia é fortalecer a atuação das equipes, pois o que se vê nas escolas, em função do cenário difícil que a educação vem atravessando no país, é um grande número de profissionais “desencantados” e que não acreditam no trabalho diário que desenvolvem junto aos alunos. Muitas vezes esses profissionais deixam de se dedicar e de se empenhar, como faziam no início da carreira, por achar que os alunos não têm vontade de estudar, mas na verdade eles são os principais responsáveis por motivar os alunos na busca pelo aprimoramento contínuo em sua vida escolar”, ressaltou Janaína Lopes.

 

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Profissionais das escolas estaduais Duque de Caxias e Helena Pena em umas das dinâmicas de grupo

Parceria em prol da educação

Todo esse trabalho faz parte de um convênio de cooperação técnica firmado entre a FDG e o Colégio Loyola, em 2015, com o intuito de unir forças para fomentar o desenvolvimento da qualidade da educação das escolas públicas que são parceiras da Fundação. Nessa parceria, são utilizadas as ferramentas, a estrutura física e o conhecimento do Colégio Loyola. Em contrapartida, a instituição de ensino conta com a expertise e a consultoria de algumas soluções da metodologia de Gestão Integrada da Educação (GIDE), que é aplicada pela FDG.

Para Maria Helena Godoy, coordenadora dos projetos técnicos educacionais da FDG, as parcerias firmadas acrescentam muito para as escolas e para a Fundação, já que estão todos engajados em melhorar o ensino no país. “Ambos têm consciência que um país só se torna grande por meio do caminho da educação. Esse propósito é o que une escolas e FDG. Percebemos que os gestores das instituições envolvidos nesse trabalho, já conseguem vislumbrar a importância das soluções gerenciais para a resolução dos problemas que se apresentam no dia-a-dia. Dessa forma, apoiados pelas ferramentas utilizadas na metodologia GIDE, conseguem se planejar de forma assertiva nos trabalhos e estabelecer as metas que conduzirão os trabalhos para os fins esperados na educação”.

 

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

20 de maio: Dia do Pedagogo

20 de maio: Dia do Pedagogo

Especialista fala sobre os desafios dessa profissão, sendo que um dos principais é o domínio das ferramentas gerenciais.

Desde 2010, o Decreto Lei nº 7.264 instituiu no país o Dia do Pedagogo, que é comemorado em 20 de Maio. A data tem como objetivo promover a discussão do papel da família e da escola no desenvolvimento das crianças, delimitando suas responsabilidades. Ser Pedagogo não é apenas ser Professor, Mestre, Tia, Coordenadora, Supervisora, Orientadora, Dona de escola. É mais do que isso, é ser responsável e saber lidar com o diferente, sem preconceitos, sem distinção de cor, raça, sexo ou religião. Nas mãos desse profissional concentra-se o futuro de muitos médicos, engenheiros, advogados ou qualquer outra profissão.

O profissional de pedagogia é capaz de atuar tanto em espaços escolares como em outros diversos. A pedagoga Rosângela Torres de Sá, consultora da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), explica que no espaço escolar o pedagogo assume um papel importante junto a todos os segmentos, direta ou indiretamente, por meio de práticas educativas direcionadas à transmissão do conhecimento. Ela esclarece que seu ofício consiste em planejar, acompanhar e monitorar o ensino de aprendizagem.

“O Pedagogo é um especialista em Educação que tem como atribuição fundamental difundir conhecimentos no campo Educacional, sendo uma das atribuições mais importantes a de coordenar a elaboração coletiva e acompanhar a efetivação da proposta curricular da escola a partir de políticas educacionais”, completou Rosângela.

O papel do pedagogo como gestor escolar

A especialista ressalta que estes profissionais encontram várias dificuldades no ambiente escolar, sendo que um dos principais desafios é dar um novo conceito ao seu papel de “gerente” no processo de ensino. Ainda segundo a consultora, outro grande desafio enfrentado é a necessidade de que o Pedagogo domine saberes que fundamentem seu fazer pedagógico, ou seja, que dão sustentação ao seu trabalho.

Para ela, um dos saberes essenciais do pedagogo é o domínio das ferramentas gerenciais, que contribui de forma precisa para o trabalho, propiciando condições de atuar de modo mais consistente, promovendo a educação que realmente leva aprendizagem aos alunos.

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

Caeté recebe Prêmio Palma de Ouro 2016 do Educa Brasil

Caeté recebe Prêmio Palma de Ouro 2016 do Educa Brasil

A GIDE continua dando frutos sob competente liderança.

A Rede Municipal de Educação de Caeté, que incorporou a GIDE em sua rotina de gestão, recebeu o Prêmio Palma de Ouro 2016 do Educa Brasil, uma justa homenagem à Gestão Educacional Participativa do Município. 

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Educação

Destaque na educação:

por Assessoria de Comunicação

Caeté recebeu, na última quinta-feira (5), o Prêmio Palma de Ouro 2016, do Educa Brasil. O prêmio é reconhecimento nacional pela qualidade da educação em Caeté e foi entregue para a Secretária Silvia Oliveira Carvalho.

“Agradeço ao prefeito Zezé Oliveira, que confiou a mim este desafio de fazer da educação a mola mestra de seu governo e conduzir de forma a valorizar seus propósitos e tornar cada item de seu governo na gestão da educação uma realidade que permite a milhares de crianças a condição digna do aprender e ser ainda melhores”, destacou.

Silvia ressaltou ainda a importância do trabalho de cada servidor. “Obrigada a toda família que faz crescer a educação municipal em Caeté. É para vocês também mais essa importante conquista”.

A cerimônia aconteceu durante a 16ª Edição do Educa Brasil – Encontro Nacional de Secretários Municipais de Educação, e contou ainda com a palestra “O que quer a escola? Novos olhares possibilitam a construção da ética do cuidado”, ministrada pela mestra em educação Professora Jane Patrícia Haddad.

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Palma de Ouro - Para a premiação, foram considerados critérios como: projetos de implantação pedagógica e regimento escolar; obras municipais da área da educação; análise dos recursos (25% verba pública); avaliação da gestão democrática do ensino público; análise da atuação na definição da política municipal da educação; análise do gerenciamento dos serviços educacionais; análise da participação da sociedade na gestão da educação do município.

Caeté é bem avaliada em todos os itens e já apresenta resultados sólidos na educação, como o recorde no IDEB, investimentos maciços não só em infraestrutura e novos materiais didáticos e kits escolares, mas com atenção especial à valorização dos servidores, com pagamento do piso nacional e regularização de férias.

Fonte: http://www.caete.mg.gov.br/Materia_especifica/58796/Destaque-na-educacao. Disponível em 06 de maio de 2016.

Dia da Família

Dia da Família

Neste ano, o evento realizado na Escola Estadual Helena Pena, em Belo Horizonte, teve como tema o combate e prevenção à dengue.

Todos os anos a Escola Estadual Helena Pena, no bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, promove a festa do Dia da Família. Há alguns anos a escola deixou de promover uma festa para o Dia das Mães ou dos Pais e passou a realizar um evento único e sem distinção, já que atende alunos que vivem em diferentes estruturas familiares. Neste ano, devido ao aumento de casos de dengue entre os alunos e funcionários o tema da festa, que aconteceu na manhã do último sábado, dia 7, foi o combate e prevenção ao mosquito Aedes Aegypt.

Durante o evento, os alunos realizaram uma série de apresentações. Os estudantes do 5º ano fizeram uma apresentação teatral para toda a escola, no próprio auditório, sobre o combate à dengue. Já os alunos de 6 e 7 anos, apresentaram uma música sobre o Dia da Família. Na quadra de esportes da escola também houve uma apresentação de Zumba, produzida pela professora de educação física. Além disso, os pais receberam, em sala de aula, os resultados do 1º bimestre dos alunos durante uma reunião com os professores e as mães foram homenageadas pelo seu dia, que foi comemorado no último domingo, dia 8.

Campanha de combate à dengue

A escola atende alunos de 6 a 11 anos, do 1º ao 5º ano, totalizando cerca de 500 estudantes. De acordo com a vice-diretora Sidnea Aparecida, neste ano houve um aumento significativo dos casos de dengue na escola e que vem afastando alunos e professores da sala de aula. “Temos realizado com os estudantes passeatas na região com a distribuição de panfletos para a comunidade. Já os alunos menores fazem rondas diárias na escola para identificar possíveis focos do mosquito. Além das peças de teatro sobre o tema, também foi confeccionado um mural, com a ajuda de algumas mães conscientizando sobre a importância da prevenção à dengue”.

 

A vice-diretora acrescenta que todas essas ações fazem parte do programa ambiental 5S, que foi implantado na escola por meio da metodologia de Gestão Integrada da Educação (GIDE), pela Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG). “O 5S trabalha os cinco sensos para a melhoria do ambiente e também da vida pessoal de toda comunidade escolar, ajudando a formar hábitos saudáveis de vida entre as pessoas”, disse.

 

“A campanha de combate à dengue engloba todos os temas do programa 5S (Utilização/Ordenação/Limpeza/Saúde/Auto-disciplina). Com a utilização, limpeza e ordenação é possível separar os materiais que são úteis dos que não são mais utilizados para evitar o acúmulo de sujeira e água parada, contribuindo para a saúde de todos e a auto-disciplina de manter esse hábito”, afirmou a consultora da FDG na escola, Janaína Lopes.

Inscrições para o Enem 2016 começam hoje –  Veja como alunos de escolas públicas, em BH, usam aplicativo para ajudar na preparação para o exame.

Inscrições para o Enem 2016 começam hoje – Veja como alunos de escolas públicas, em BH, usam aplicativo para ajudar na preparação para o exame.

Alunos das Escolas Estaduais parceiras da FDG utilizarão um aplicativo de prova para se prepararem para o Enem. A ferramenta já é utilizada pelo Colégio Loyola e foi disponibilizada gratuitamente também para os estudantes do ensino médio das escolas atendidas pela Fundação, por meio de Convênio de Cooperação Técnica.

O período de inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio tem início no dia 9 de Maio, às 10h e vai até às 23h59 do dia 20 do mesmo mês. De acordo com o Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, as provas serão realizadas nos dias 5 e 6 de Novembro. Além disso, o MEC criou uma ferramenta online chamada “A Hora do Enem”, que traz simulados, vídeoaulas, planos de estudo, exercícios e resumos direcionados a prova.

Mas, além desses recursos de estudos oferecidos pelo MEC, os alunos das escolas parceiras da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG) contam ainda com mais uma ferramenta tecnológica para ajudar na preparação para o Enem. A FDG e o Colégio Loyola firmaram convênio no ano passado e um dos benefícios é o uso do aplicativo App Prova. Já utilizado pelo Colégio Loyola para a preparação dos seus alunos para o ENEM, o aplicativo vem sendo disponibilizado gratuitamente para as escolas públicas atendidas pela Fundação.

Somente em 2015, o aplicativo já foi utilizado por 1.381 alunos do Loyola, entre 121 simulados realizados por eles, com um total de 47 mil respostas. Das escolas da rede pública atendidas pela FDG, até o momento, 931 alunos também se beneficiaram da ferramenta, que foi utilizada ainda, em questões de provas anteriores do Enem e de outros vestibulares. Além disso, o aplicativo aponta oportunidades de melhoria para cada estudante, em cada disciplina, mostrando também onde eles tiveram maior êxito.

 

Capacitação dos professores

Na última semana, a equipe de professores das escolas estaduais parceiras da FDG participaram de um treinamento na plataforma do App Prova, para que possam preparar os alunos. “Essa nova ferramenta ajuda a otimizar o trabalho do professor que conta com um banco de questões onde poderá, a partir de agora, elaborar atividades e simulados para os alunos se prepararem para o Enem. A plataforma gera diagnósticos completos dos alunos”, completa Pollyanna Silva Paulo Faria, consultora da FDG.

É possível melhorar a educação mesmo em momentos de crise econômica?

É possível melhorar a educação mesmo em momentos de crise econômica?

Especialista em gestão educacional garante que a competência gerencial, com pequenos recursos financeiros, pode operar melhorias significativas nos resultados da aprendizagem.

Quando se pergunta à população brasileira, em uma pesquisa de opinião, qual seria o problema fundamental do Brasil, a maioria indica a precariedade da educação. Mas, o que poucas pessoas sabem é que a má qualidade educacional no país não está ligada à falta de verba, mas sim à deficiência da gestão educacional. O ano de 2016 começou com uma crise econômica e a educação foi uma das áreas que sofreu cortes de investimentos. Mas, para a professora Maria Helena Godoy, coordenadora dos projetos técnicos educacionais da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), em Nova Lima, o mais importante é saber como utilizar esse ativo.

A especialista garante que a competência gerencial, com pequenos recursos financeiros, pode operar melhorias significativas nos resultados da aprendizagem. Entretanto, esses mesmos investimentos, sem foco gerencial, são, na maioria dos casos, desperdício e uma ação falida em termos de resultados. “É necessário que as lideranças educacionais saibam onde intervir, evitando desperdício de recursos, tempo e talento de profissionais que decidem percorrer o caminho de tentativas e erros, ao implementar políticas e projetos, sem um diagnóstico prévio, fundamentados em hipóteses”, diz Maria Helena.

De acordo com a educadora, a gestão contribui fortemente para a melhoria da qualidade da educação, melhorando os índices, por exemplo, de alfabetização, IDEB, ENEM e outros. “É preciso lembrar que o método gerencial não substitui o conhecimento técnico ou pedagógico, mas faz acender um farol indicando onde se deve interferir, na seleção de ações para reversão dos maus resultados. Um exemplo dessas ações apontadas com muita frequência em planos gerenciais diz respeito à atratividade das aulas ministradas. Diagnósticos gerenciais mostram que este é um fator crucial para que se obtenham bons resultados educacionais, como os que têm sido alcançados em Redes Educacionais”, cita.

 

Tabela resultados da implementação_Manaus

Resultados

E para ajudar neste processo de gestão, a especialista cita uma importante ferramenta que permite integrar os aspectos pedagógicos, estratégicos e gerenciais: a metodologia GIDE (Gestão Integrada da Escola), que é orientada pelo método PDCA de solução de problemas e balizada pelo indicador próprio IFC/ RS (Índice de Formação de Cidadania e Responsabilidade Social), apresentando de forma organizada as causas pedagógicas e ambientais que têm impacto nos resultados da aprendizagem. “Escolas e redes de ensino que buscam a metodologia GIDE como método gerencial têm se beneficiado significativamente. Em Belo Horizonte, por exemplo, 5 dos 10 primeiros lugares dentre as escolas públicas, no IDEB 2013, (Ensino Fundamental 1) são parceiras ou ex-parceiras da FDG. A escola que detém o primeiro lugar desde 2009, no IDEB (7,9 em 2013), é também parceira da FDG”, afirma a professora.

Ensino Fundamental I

Dessa forma, na medida em que o conhecimento gerencial organiza os meios para atingir os fins, ou seja, os resultados do processo ensino aprendizagem, conclui-se que a gestão é, de fato, um caminho insubstituível para alterar o patamar de resultados existentes. “Não é utópico pensar que a gestão na educação se mostra o melhor caminho para o crescimento do País”, declara Maria Helena Godoy.

Ideb escolas públicas

Ideb escolas públicas II

Ela lembra que cabe à sociedade civil, com destaque para os pais de alunos, acompanhar criteriosamente os resultados produzidos pelas escolas, a exemplo do IDEB e, em casos de resultados ruins, sugerir (em conselhos de pais, por exemplo) uma gestão mais eficaz com foco em resultados. No caso das empresas, levando-se em conta a eficácia de sua responsabilidade social, o apoio das organizações, fundações e instituições sociais é muito bem-vindo e pode fazer toda a diferença. “A experiência ensina que somente com aplicação de um método gerencial escolas e redes estarão aptas a decidir qual a melhor forma de aplicar um investimento financeiro”.

 

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Aprendizado Adequado

Prova Brasil – Escala SAEB

Na Prova Brasil, o resultado do aluno é apresentado em pontos numa escala (Escala SAEB). Discussões promovidas pelo comitê científico do movimento Todos Pela Educação, composto por diversos especialistas em educação, indicaram qual a pontuação a partir da qual pode-se considerar que o aluno demonstrou o domínio da competência avaliada. Decidiu-se que, de acordo com o número de pontos obtidos na Prova Brasil, os alunos são distribuídos em 4 níveis em uma escala de proficiência: Insuficiente, Básico, Proficiente e Avançado. No QEdu, consideramos que alunos com aprendizado adequado são aqueles que estão nos níveis proficiente e avançado.

Saeb

 

Fonte: Fundação de Desenvolvimento Gerencial

É possível melhorar a educação mesmo em momentos de crise econômica?

É possível melhorar a educação mesmo em momentos de crise econômica?

Especialista em gestão educacional garante que a competência gerencial, com pequenos recursos financeiros, pode operar melhorias significativas nos resultados da aprendizagem.

Quando se pergunta à população brasileira, em uma pesquisa de opinião, qual seria o problema fundamental do Brasil, a maioria indica a precariedade da educação. Mas, o que poucas pessoas sabem é que a má qualidade educacional no país não está ligada à falta de verba, mas sim à deficiência da gestão educacional. O ano de 2016 começou com uma crise econômica e a educação foi uma das áreas que sofreu cortes de investimentos. Mas, para a professora Maria Helena Godoy, coordenadora dos projetos técnicos educacionais da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), em Nova Lima, o mais importante é saber como utilizar esse ativo.

A especialista garante que a competência gerencial, com pequenos recursos financeiros, pode operar melhorias significativas nos resultados da aprendizagem. Entretanto, esses mesmos investimentos, sem foco gerencial, são, na maioria dos casos, desperdício e uma ação falida em termos de resultados. “É necessário que as lideranças educacionais saibam onde intervir, evitando desperdício de recursos, tempo e talento de profissionais que decidem percorrer o caminho de tentativas e erros, ao implementar políticas e projetos, sem um diagnóstico prévio, fundamentados em hipóteses”, diz Maria Helena.

De acordo com a educadora, a gestão contribui fortemente para a melhoria da qualidade da educação, melhorando os índices, por exemplo, de alfabetização, IDEB, ENEM e outros. “É preciso lembrar que o método gerencial não substitui o conhecimento técnico ou pedagógico, mas faz acender um farol indicando onde se deve interferir, na seleção de ações para reversão dos maus resultados. Um exemplo dessas ações apontadas com muita frequência em planos gerenciais diz respeito à atratividade das aulas ministradas. Diagnósticos gerenciais mostram que este é um fator crucial para que se obtenham bons resultados educacionais, como os que têm sido alcançados em Redes Educacionais”, cita.

 

Tabela resultados da implementação_Manaus

Resultados

E para ajudar neste processo de gestão, a especialista cita uma importante ferramenta que permite integrar os aspectos pedagógicos, estratégicos e gerenciais: a metodologia GIDE (Gestão Integrada da Escola), que é orientada pelo método PDCA de solução de problemas e balizada pelo indicador próprio IFC/ RS (Índice de Formação de Cidadania e Responsabilidade Social), apresentando de forma organizada as causas pedagógicas e ambientais que têm impacto nos resultados da aprendizagem. “Escolas e redes de ensino que buscam a metodologia GIDE como método gerencial têm se beneficiado significativamente. Em Belo Horizonte, por exemplo, 5 dos 10 primeiros lugares dentre as escolas públicas, no IDEB 2013, (Ensino Fundamental 1) são parceiras ou ex-parceiras da FDG. A escola que detém o primeiro lugar desde 2009, no IDEB (7,9 em 2013), é também parceira da FDG”, afirma a professora.

Ensino Fundamental I

Dessa forma, na medida em que o conhecimento gerencial organiza os meios para atingir os fins, ou seja, os resultados do processo ensino aprendizagem, conclui-se que a gestão é, de fato, um caminho insubstituível para alterar o patamar de resultados existentes. “Não é utópico pensar que a gestão na educação se mostra o melhor caminho para o crescimento do País”, declara Maria Helena Godoy.

Ideb escolas públicas

Ideb escolas públicas II

Ela lembra que cabe à sociedade civil, com destaque para os pais de alunos, acompanhar criteriosamente os resultados produzidos pelas escolas, a exemplo do IDEB e, em casos de resultados ruins, sugerir (em conselhos de pais, por exemplo) uma gestão mais eficaz com foco em resultados. No caso das empresas, levando-se em conta a eficácia de sua responsabilidade social, o apoio das organizações, fundações e instituições sociais é muito bem-vindo e pode fazer toda a diferença. “A experiência ensina que somente com aplicação de um método gerencial escolas e redes estarão aptas a decidir qual a melhor forma de aplicar um investimento financeiro”.

 

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ANEXO I

Aprendizado Adequado
Prova Brasil – Escala SAEB

Na Prova Brasil, o resultado do aluno é apresentado em pontos numa escala (Escala SAEB). Discussões promovidas pelo comitê científico do movimento Todos Pela Educação, composto por diversos especialistas em educação, indicaram qual a pontuação a partir da qual pode-se considerar que o aluno demonstrou o domínio da competência avaliada. Decidiu-se que, de acordo com o número de pontos obtidos na Prova Brasil, os alunos são distribuídos em 4 níveis em uma escala de proficiência: Insuficiente, Básico, Proficiente e Avançado. No QEdu, consideramos que alunos com aprendizado adequado são aqueles que estão nos níveis proficiente e avançado.

Saeb

 

Fonte: Fundação de Desenvolvimento Gerencial

Justiça Restaurativa

Justiça Restaurativa

Palestra realizada no último sábado, para educadores das instituições de ensino parceiras da FDG, discutiu os desafios de lidar com os conflitos e a violência nas escolas.

No último sábado, dia 28, a psicóloga Mônica Mumme esteve em Belo Horizonte e realizou palestra sobre os desafios da convivência na escola, para educadores das instituições de ensino parceiras atendidas pela Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG). O evento foi realizado durante a manhã de sábado, no teatro do Colégio Loyola e é fruto do Convênio de Cooperação Técnica entre o Colégioe a FDG, firmado desde o início deste ano.

Vinda de São Paulo para esse fim, Mônica Mumme, além de psicóloga, é professora, consultora e palestrante especializada em mudanças de comportamento e paradigmas e na implementação de novas práticas. “Esta é uma ótima oportunidade para oseducadores entenderem como as “práticas restaurativas” têm auxiliado os gestores escolares nesse momento de desafio para as instituições”, declarou.

Segundo a especialista é preciso pensar na escola como um lugar comum de convivência e qual o papel de cada um na construção de uma cultura de paz. “O desafio de transformar instituições em espaço de convivência ética e pacífica é imenso. Não se pode, de forma alguma, incorrer no erro de excluir nenhum ator que forma esta instituição. Não podemos deixar que uns ditem a outros como devem ser, sentir e reproduzir nas relações a dominação e o poder autoritário que são muitas vezes o primeiro ato violento e banalizado em nossa sociedade”, afirmou Mônica.

Convivência nas escolas

Após a exposição da palestrante, dois ex-alunos do Colégio Loyola fizeram uma apresentação teatral para os convidados relacionado ao tema do evento. A peça foi inspirada na historia infantil “O Patinho Feio” e de forma muito bem humorada e inteligente mostrou a questão do bullying e a dificuldade que muitas crianças enfrentam em fazer amizades quando ingressam em uma nova instituição de ensino.

A manhã de trabalho foi encerrada com um bate-papo entre a palestrante e os convidados, que puderam tirar dúvidas e fazer perguntas para a especialista, que se dispôs a colaborar com os educadores das instituições públicas parceiras para a criação de um “Núcleo para a Paz”, com o objetivo de melhorar a convivência nas escolas e reduzir a violência.

Foto: Divulgação

Fonte: http://www.bheventos.com.br/noticia/12-02-2015-justica-restaurativa. disponível em 09/12/2015

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