Workshop “Como Garantir Resultados Efetivos e Competitivos na Educação?” da FDG foi um sucesso

Workshop “Como Garantir Resultados Efetivos e Competitivos na Educação?” da FDG foi um sucesso

A Fundação de Desenvolvimento Gerencial – FDG promoveu, no dia 14/09, o Workshop “Como Garantir Resultados Efetivos e Competitivos na Educação?”, com o apoio institucional da Federação dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de Minas Gerais – FENEN e do Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais – SINEP.

Direcionado aos gestores do nível estratégico, o evento teve a participação das grandes instituições particulares de ensino de Belo Horizonte e região metropolitana, que puderam conhecer a GIDE Avançada, sistema de gestão adotado pela FDG, capaz de produzir resultados rápidos e consistentes na educação. As inscrições foram gratuitas, mediante formulário disponibilizado no portal da Fundação de Desenvolvimento Gerencial.

A programação contou com a participação de palestrantes de peso, especialistas em gestão: a professora Maria Helena Godoy, graduada em Pedagogia pela PUC Minas e especialista em Gestão Educacional com quatorze obras publicadas, apresentou a palestra “A Importância da Gestão na Educação”; Maurício Chaves, consultor de gestão há mais de vinte anos, contribuindo com organizações de diversos setores, entre eles o da educação, ministrou a palestra “Benefícios do Planejamento Estratégico, Processos e Finanças para as Instituições de Ensino”.

Em sequência às palestras, mediado pela apresentadora Angélica Hodge, ocorreu um painel com gestores de escolas particulares e públicas que já implementam a GIDE em suas instituições, os quais comprovaram a eficácia da gestão como meio de potencializar os seus resultados, colocando-os em um novo patamar.

Confira as fotos do Workshop!

05 de junho, Dia Nacional do Meio Ambiente

05 de junho, Dia Nacional do Meio Ambiente

Escola Municipal, parceira da FDG, realiza várias ações para celebrar a data e apresenta novidades de um Circuito Ambiental

Hoje, dia 05, é comemorado o Dia Nacional do Meio Ambiente. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 15 de dezembro de 1972, durante a Conferência de Estocolmo, na Suécia. A proposta desta data é chamar a atenção de todos os governos mundiais sobre a necessidade de implantar medidas emergenciais para prevenir a degradação do meio ambiente.

Foi pensando nisso que a Escola Municipal Francisco Magalhães Gomes, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte, inaugurou recentemente um Circuito Ambiental com nascente, lago, criação de peixes, produção de verduras hidropônicas, borboletário, viveiro, entre outras ações. Segundo o diretor da escola Manoel Pantuzzo, toda a comunidade escolar como pais, alunos, professores e funcionários ficaram encantados e envolvidos com o projeto do Circuito. “É uma possibilidade de aprendizado e de despertar o interesse dos alunos por conhecer e manusear o meio ambiente, preservando-o e melhorando-o”.

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Logo após o primeiro mês de existência, o Circuito já ganhou uma estufa para a produção de mudas para as hortas da escola e foi criado ainda um grande pomar com espécies frutíferas. O educador conta que após a iniciativa, todos os professores estão levando seus alunos em “expedições” de conhecimento pelos espaços. “Os alunos vêm demonstrando grande satisfação pelo resultado e por terem sido protagonistas em todas as etapas do projeto”, completou.

O diretor conta que a realização desse projeto só foi possível graças a um prêmio que a escola recebeu após ser inscrita no programa Escolas Sustentáveis. A verba disponibilizada pelo Governo Federal visa incentivar as escolas que apresentam projetos de sustentabilidade e que possam trazer impactos positivos em seus campos de atuação.

Além disso, a Escola é parceira da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), que por meio da metodologia de Gestão Integrada da Escola (GIDE) auxilia a instituição com projetos e ações gerenciais. “Com a orientação da FDG é possível organizar e implementar processos internos que nos permitem dedicar tempo a mais tarefas, que visam despertar o interesse dos estudantes pelo aprendizado, pela escola e pelos projetos que propomos”, disse Manoel.

 

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

O limite da paciência

O limite da paciência

Estou desolado, desiludido, sem esperança de um futuro brilhante para o Brasil. Como foi possível chegarmos a esse ponto? Todos os dias estoura um escândalo (o do momento é a Fatura Exposta, no Rio de Janeiro), como resultado de falcatruas em vários níveis da administração pública. A lista divulgada pelo ministro Fachin revela o grande número dos que serão investigados, pessoas importantes da nossa vida pública. Na fazenda, existe o ditado: quando o patrão se assenta, o camarada deita. Fazendo uma analogia: quando os altos dirigentes da República cometem os ilícitos noticiados, os maus exemplos são disseminados amplamente. A situação do Rio é de calamidade: Sérgio Cabral e sua gangue tomaram o estado de assalto. É insuportável constatar que o país está sendo gerenciado por Renans, Eunícios, Jucás, Padilhas, Moreiras, Kassabs, entre outros. Não entendo como o presidente Temer mantém ministros sobre os quais há reiteradas denúncias. Veremos agora como vai proceder, uma vez que seis dos atuais serão investigados. Lembro-me que o presidente Itamar Franco afastou um de seus ministros que fora denunciado. Quando o ministro provou sua inocência, voltou ao posto.

Considero o atual procedimento um deboche, um desrespeito ao povo brasileiro.
O execrável, famigerado, indecente foro privilegiado é a razão deste estado de coisas. Constata-se que há cerca de 33 mil pessoas nesta situação (uma concepção da democracia brasileira!), enquanto na China há cerca de 2.500 (compreensível pela característica do regime chinês) e, nos Estados Unidos, zero. Parece que procede a história de que Deus presenteou o Brasil com muitos recursos e belezas naturais, sem terremotos, vulcões, furacões. Em compensação, deixou aqui alguns políticos (há poucas exceções) da pior índole. O foro privilegiado é a criação dessas brilhantes cabeças. Haja vista a tentativa recente de acabar com essa excrecência. Conseguiu-se número mais que suficiente para votar a PEC relativa ao assunto, em regime de urgência, mas o Eunício, vulgo Índio na definição de doadores de propinas, faz operação tartaruga na tramitação da matéria. Isto interessa a um grande número de parlamentares e integrantes do Executivo, encalacrados até o pescoço em denúncias de práticas corruptas. Como a morosidade é a tônica do STF, este é o melhor dos mundos para os delinquentes protegidos. Com isto, sentem-se seguros, pois reconhecem que ficarão impunes.

Para coroar o processo de impunidade que poderia advir da punição de determinados candidatos nas próximas eleições, sábios congressistas pretendem aprovar uma reforma eleitoral em que, ao eleitor, seriam apresentadas listas fechadas organizadas pelos partidos. A votação passaria a ser no partido. É claro que as listas seriam organizadas pelos mesmos caciques envolvidos nas denúncias tão conhecidas. É o famoso jeitinho, tão reprovável e indecente, de continuar participando da casta do foro privilegiado.

Outra iniciativa para a manutenção do poder é a rejeição da reforma da Previdência. Os demagogos que se dizem defensores dos trabalhadores são contra a maioria das propostas. Ora, com a expectativa de vida no país aumentando, a população envelhecendo e a taxa da natalidade diminuindo, haverá um momento a partir do qual existirá mais gente aposentada do que trabalhando. Restará rezar aos céus para poder pagar os aposentados. Se a reforma não for aprovada, estaremos na contramão da história, se compararmos com muitos países desenvolvidos. Gostaria de enfatizar que trabalho é vida. Manter-se ocupado é um privilégio para poucos. Depois que me aposentei na UFMG, realizei muita coisa no campo empresarial e continuo muito ativo, até mais do que gostaria. E quantos têm a mesma oportunidade que eu tive? Aposentar-se mais cedo para ver a vida passar e esperar o fim?

Em suma, um grupo eclético de parlamentares de várias legendas maquina para a manutenção do poder, em desfavor na nação. Com isso, não se trabalha para a recuperação econômica e enfrentamento dos problemas cruciais do país, condenando-nos ao atraso e subdesenvolvimento.

 José Martins de Godoy
195 – 21/04/2017

Fonte: http://revistaviverbrasil.com.br/plus/modulos/listas/?tac=noticias-ler&id=1800#.WQKIa1XyvIU. Disponível em 27 de abril de 2017.

José Martins de Godoy, engenheiro pela UFMG, dr. engenheiro pela Norges Tekniske Hogskole, ex-diretor da Escola de Engenharia da UFMG, cofundador do INDG, instituidor e integrante do Conselho de Administração Superior da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), presidente do Conselho de Administração do Instituto Aquila. Visite www.blogdogodoy.com

Concurso Internacional de Redação de Cartas: Agência da ONU e Correios Abrem Inscrições para 2017

Concurso Internacional de Redação de Cartas: Agência da ONU e Correios Abrem Inscrições para 2017

Até 17 de março, escolas brasileiras podem inscrever alunos no 46º Concurso Internacional de Redação de Cartas, uma iniciativa da União Postal Universal (UPU). Podem participar estudantes de até 15 anos de idade. No Brasil, a competição fica a cargo dos Correios, responsável por organizar as etapas estaduais e nacional.

Tema da edição deste ano do concurso é: “Imagine que você é um assessor do novo secretário-geral da ONU, António Guterres. Qual é o problema mundial que você o ajudaria a resolver em primeiro lugar e de que forma você o aconselharia para isso?”.

Imagem: Correios

Até 17 de março, escolas brasileiras podem inscrever alunos no 46º Concurso Internacional de Redação de Cartas, uma iniciativa da União Postal Universal (UPU).

Podem participar estudantes de até 15 anos de idade, que deverão escrever um texto sobre o tema: “Imagine que você é um assessor do novo secretário-geral da ONU, António Guterres. Qual é o problema mundial que você o ajudaria a resolver em primeiro lugar e de que forma você o aconselharia para isso?”.

As redações dos estudantes deverão ser encaminhadas aos Correios, organismo responsável pela competição no Brasil. O concurso será desenvolvido em quatro fases: escolar, estadual, nacional e internacional; esta última é de responsabilidade da UPU.

Os Correios convidam centros de ensino a realizarem versões locais do concurso, entre o próprio corpo discente, a fim de escolher até duas cartas para uma seleção estadual — que premiará as três melhores redações inscritas em cada estado. Apenas a primeira colocada, porém, será encaminhada à etapa nacional, que escolherá a melhor carta do país para representar o Brasil na fase internacional.

Os participantes podem basear suas composições nos Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (ODS), um conjunto de metas adotadas pelos Estados-membros da ONU em 2015. Saiba mais sobre os ODS em nacoesunidas.org/pos2015.

Localizada em Berna, na Suíça, a UPU busca melhorar a alfabetização através da arte da escrita epistolar. O organismo vinculado às Nações Unidas Incentiva a expressão da criatividade e o aperfeiçoamento dos conhecimentos linguísticos de crianças e adolescentes.

Saiba tudo sobre o concurso em http://bit.ly/2lMSckC.

Fonte: https://nacoesunidas.org/agencia-da-onu-e-correios-abrem-inscricoes-para-concurso-internacional-de-cartas/ Disponível em 15/02/17

Gestão em Ação: Simulado do ENEM entusiasma alunos

Gestão em Ação: Simulado do ENEM entusiasma alunos

IMG-20160915-WA0035Belo Horizonte, 15 de setembro.

Aconteceu hoje o simulado presencial do ENEM para os alunos da Escola Estadual Padre João Botelho, parceira da FDG. O simulado é uma ótima maneira não só de conhecer a prova, mas também de verificar quais são os assuntos ou tipos de questões que devem ser mais estudados.

Além dessa atividade, a escola trabalha o Enem por meio de monitoria, portfólio de atividades e gincana específica do tema.

Neste ano, assim como nos anos anteriores, o Enem ocorrerá em dois dias seguidos. No sábado, dia 5 de novembro, os participantes farão as provas de ciências humanas e ciências da natureza, entre as 13h e as 17h30 (horário de Brasília). No domingo, dia 6, serão aplicadas as provas de linguagens e códigos, matemática e redação. Nesse dia, o tempo de exame será mais longo, entre as 13h e as 18h30 (horário de Brasília).

Atualmente o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é a principal avaliação para ingressar no ensino superior. A nota resultante da prova é utilizada como critério para acesso ao ensino superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

A ação ocorrida hoje na E.E. Padre João Botelho é embasada no Índice de Formação de Cidadania e Responsabilidade Social (IFC/RS), principal indicador de resultados da metodologia Gestão Integrada da Educação (GIDE). A escola, parceira da FDG na GIDE, avalia a sua capacidade de ampliar a adesão ao ENEM e de se preparar adequadamente para que seus alunos sejam bem classificados no exame. A cada ano, o indicador possibilita que a escola mensure o seu resultado e defina uma meta de melhoria, propondo ações para alcança-la.

Quando as inscrições para o ENEM são abertas, a equipe gestora da escola conversa com as turmas de alunos do 3º ano do ensino médio sobre a importância da avaliação e disponibiliza os computadores da escola para que os interessados façam a sua inscrição. Painéis informativos são divulgados nas dependências da escola, o que possibilita aos alunos informações atualizadas sobre o período das provas, sites que auxiliam nos estudos, cuidados e dicas sobre a avaliação.

Em sala de aula, além de incentivar, os professores selecionam e trabalham questões de provas anteriores, esclarecendo dúvidas e reforçando os conteúdos que são avaliados.

Em meio a tudo isso, o incentivo que acontece no simulado deixa os estudantes mais preparados para enfrentar essa nova etapa e vencer.

11 de agosto – Dia do Estudante

11 de agosto – Dia do Estudante

11 de agosto – Dia do Estudante

 

GIDE – Gestão Integrada da Educação auxilia na identificação das causas que mais influenciam os resultados nas escolas parceiras atendidas pela metodologia, e propõe ações criativas e inovadoras para atrair e incentivar os alunos a melhorarem nos estudos.

O dia do estudante surgiu oficialmente no ano de 1927, cem anos após a criação dos primeiros cursos superiores no Brasil. A data escolhida para comemorá-lo foi o dia 11 de agosto. Um levantamento feito pelo Ministério da Educação (MEC) registrou em 2015 um total de 37.826.565 alunos matriculados no Brasil.

O acesso à Educação é um direito assegurado pela Artigo 26, da Declaração Universal dos Direitos Humanos, por isso, vários programas governamentais já foram criados para incentivar a permanência na escola e zerar o analfabetismo. Estudar não é uma tarefa fácil e por isso deve ser valorizado! É preciso muita disciplina e dedicação e deve ser visto como uma atividade de grande responsabilidade.

De acordo com a consultora dos Projetos Educacionais da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), Pollyanna Silva, o estudo leva as crianças ao crescimento saudável, a aprender a conviver com outras pessoas, a aceitar regras de boa convivência, além de dar-lhes conhecimentos para a vida, como a leitura e a escrita.

Pensando assim, a GIDE (Gestão Integrada da Educação) atua com o objetivo de melhorar o processo ensino e aprendizagem. Quando a escola tem foco em resultados ela promove várias ações para elevar o desempenho dos alunos e, consequentemente, os resultados da escola crescem.

Bom exemplo: aluno é premiado na OBMEP 2015

Por exemplo, na Escola Estadual Padre João Botelho, localizada no Bairro das Indústrias em Belo Horizonte, uma das ações para incentivar os alunos a estudarem e melhorarem seu desempenho é feita através de premiações. Após a consolidação e análise dos resultados bimestrais, a escola organiza um momento com a participação da família para premiar os alunos destaque. Ou seja, alunos cujo desempenho é igual ou superior a 70% do valor do bimestre em todas as disciplinas.

O aluno do 7º ano do ensino fundamental da escola, Paulo Roberto Silva Costa, de 12 anos, premiado na OBMEP em 2015 com um curso de matemática na UFMG e eleito o melhor aluno no segundo bimestre afirma se sentir impulsionado a estudar cada vez mais: “Um sentimento de felicidade e de alegria, por ter ganhado esses prêmios muito importantes que podem me ajudar na carreira quando crescer.”

Ele acrescenta que a escola o ajudou a melhorar sua maneira de estudar: “A escola me motiva a estudar, o ensino é muito bom com presença dos professores que se esforçam bastante para nos ensinar da melhor forma possível. Eu gosto dessa escola, ela tem excelentes resultados, com professores nota 10, a escola é bonita e tudo nela é bom. Aqui também tem uma parceria que nos ensina música, eu toco oboé e isso me ajuda a melhorar na matemática.”

Esse trabalho não é reconhecido só pelos alunos. As famílias também agradecem. “Na vida de qualquer criança, para o seu futuro, é fundamental a presença da família, a motivação para os estudos e o acompanhamento diário é muito importante. A escola Padre João Botelho conta com professores de excelência, com uma equipe de direção pedagógica nota 10, então a escola dá muitas oportunidades para os alunos que na minha época eu não tive, o meu papel é incentivá-lo a aproveitar todas essas oportunidades”, afirmou Kely Cristina Silva Costa, mãe do aluno premiado.

Ela reconhece que são esses projetos desenvolvidos na escola pelos professores e as parcerias que motivam os alunos e promovem a aprendizagem. “A escola conta com parcerias como Vallourec, com aulas de música e a FDG – com foco na aprendizagem dos alunos. É uma escola que está sempre inovando, buscando parcerias em prol dos alunos. Tem um projeto de português em que, a cada 15 dias, os alunos leem um livro novo, uma história nova para aprender, para conhecer, já que a leitura leva o ser humano a todos os lugares do mundo, sem sair do lugar. 

 

Fundação de Desenvolvimento Gerencial

Volta às aulas: descubra como aprender matemática de um jeito mais fácil e divertido para fechar o ano com chave de ouro!

Volta às aulas: descubra como aprender matemática de um jeito mais fácil e divertido para fechar o ano com chave de ouro!

Alunos de escolas públicas atendidas pela FDG, em BH, terão acesso a partir desse segundo semestre a uma nova ferramenta educacional que possibilitará o aprendizado da matemática por meio de jogos.

Depois de um merecido descanso é hora de retomar os estudos para finalizar o ano letivo com sucesso. E um dos principais desafios para grande parte dos estudantes é o aprendizado da matemática, que chega a ser motivo de tormento e dificuldade para muitos alunos. Mas, o uso de uma ferramenta educacional de ponta auxilia na compreensão dessa disciplina e ajuda crianças e jovens a vencerem esse desafio de um jeito mais fácil e divertido.

O Mangahigh é um dos primeiros sites do mundo a oferecer conteúdo didático de forma lúdica. O recurso possibilita o aprendizado por meio de jogos, que desenvolvem no estudante o raciocínio lógico mais rápido e o interesse pelas ciências exatas. O uso da tecnologia possibilita que os alunos tenham melhor compreensão da disciplina e encarem os jogos como desafios, tornando o aprendizado mais prazeroso. Além disso, a equipe pedagógica e os professores podem acompanhar o desempenho dos alunos por meio de gráficos e relatórios.

A plataforma, desde 2012 no Brasil, disponibiliza conteúdos programáticos baseados em atividades gamificadas. De acordo com Toby Rowland, CEO e fundador da MangaHigh.com, a ferramenta é muito popular nos EUA, Reino Unido e Austrália, países onde o acesso gira em torno de 1 milhão de usuários por mês. A ferramenta é também utilizada por mais de 5.000 escolas em mais de 100 países.

Uso da ferramenta por alunos de escolas públicas de BH

A novidade é que, a partir desse segundo semestre de 2016, a Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG) disponibilizará o MangaHigh, em um projeto piloto para 1.560 alunos do Ensino Fundamental I, de três escolas públicas. Essa ação só se tornou possível devido ao convênio de cooperação técnica da FDG com o Colégio Loyola firmado em 2015. “Será uma ótima oportunidade de poder compartilhar essa experiência com o público do nosso Projeto”, disse Maria Helena Godoy, coordenadora dos projetos educacionais da FDG.

O Colégio já utiliza o Mangahigh desde 2013 com seus estudantes, e o objetivo é proporcionar aos alunos do 2º ao 9º Ano do Ensino Fundamental o contato com a tecnologia que serve de estímulo para o aprendizado. Para as escolas parceiras da FDG será uma excelente oportunidade para que as famílias conheçam essa inovação tecnológica em benefício dos alunos. Em paralelo, essa iniciativa propiciará também a aproximação e o acompanhamento da vida escolar dos filhos, na medida em que pais e filhos poderão se exercitar brincando.

Os professores de matemática já estão sendo capacitados, nas escolas, pelo Colégio Loyola. O treinamento começou em junho e vai até agosto. Já os alunos serão cadastrados para terem livre acesso ao conteúdo da plataforma, dentro e fora da escola. “As parcerias e convênios firmados pela FDG acrescentam muito conhecimento de gestão para as escolas que estão engajadas em melhorar o ensino no país. Tanto escolas quanto a FDG têm consciência que um país só se torna grande por meio do caminho da educação. Esse propósito é o que une escolas e FDG”, garantiu Maria Helena Godoy.

Um estado em decadência

Um estado em decadência

Minas encontra-se em franca decadência. Não fosse o agronegócio a derrocada seria maior. Há muito tempo, o estado era um importante centro financeiro: 4 bancos estatais foram vendidos (e teriam mesmo que ser, pois serviam para governantes perpetrarem as pedaladas fiscais, além de outros desvios) e 4 outros privados, considerados de grande porte, também o foram. A mineração e a metalurgia eram grandes geradoras de empregos e arrecadação. Agora, devido à drástica redução do preço do minério de ferro em razão da desaceleração da China, as exportações geram menores resultados financeiros, apesar da valorização do dólar. Acresce a isto o acidente da Samarco, que trouxe insegurança à atividade mineradora. Em 2015, o prejuízo da Vale de 44 bilhões de reais é algo inacreditável. A siderurgia enfrenta crise seríssima. A capacidade instalada mundial é superdimensionada. Com o país em estagflação, o consumo caiu muito. A indústria automobilística e a construção civil, grandes consumidores dos produtos, reduziram as suas atividades. A solução seria exportar. Num mercado em que a oferta é maior que a demanda, sobrevivem as empresas mais competitivas. Mas as nossas não mais o são.

Oriundo do Vale do Aço, fui influenciado a cursar engenharia metalúrgica. Fiz um bom curso, informativo, voltado à produção, com descrição de equipamentos, processos e padrões operacionais. Não deu embasamento para acompanhar mudanças científicas e tecnológicas que ocorrem ao longo dos anos de exercício da profissão. Motivados por um grupo de professores da UFMG e cientes dos planos de desenvolvimento de várias empresas que contemplavam a fabricação de produtos com maior valor agregado, muitos da minha turma optaram por cursar a pós-graduação no Brasil e em vários países. Eu fiz o doutorado na Noruega. Ao término dos cursos, alguns se tornaram professores, entre os quais me incluo, e decidimos mudar o curso de graduação, enfatizando o ensino de conceitos científicos. Foram também criados os cursos de mestrado e doutorado que, pela própria natureza, são calcados em conhecimentos básicos, acoplados à prática. Mais tarde, os cursos foram classificados pelo MEC com o conceito A (excelentes), tanto na graduação, como na pós-graduação. Sinto-me gratificado por ter participado da equipe, comprometida e diligente, que conseguiu esses resultados tão profícuos. Participei por muito tempo da gestão da área, uma vez que fui coordenador da pós-graduação (1 mandato) e chefe do Departamento de Engenharia Metalúrgica (7).

A siderurgia brasileira experimentou extraordinário progresso. As empresas expandiram-se, modernizaram-se, implementaram tecnologias de ponta e passaram a produzir produtos sofisticados, necessários à nossa indústria de transformação. Criaram também centros de pesquisa e staffs técnicos de apoio para dar sustentação às exigências de qualidade e melhoria da produtividade. Atingiram o nível de excelência mundial. Em termos de custos, galgaram patamares insuperáveis, sendo a mais competitiva do mundo em muitos produtos. Lembro-me de que, com a criação da Arcelor, a usina de Monlevade possuía os melhores indicadores, tanto assim que passou a exportar conhecimentos para empresas do grupo na Europa. Contribuímos para que as empresas dominassem as novas tecnologias e otimizassem a produção, formando técnicos de alto nível. A pós- graduação em metalurgia da UFMG já formou mais de 1.050 mestres e doutores, a metade deles em convênios com a indústria. No departamento, iniciamos o movimento de gestão pela qualidade que foi difundido por todo o país, inicialmente no setor siderúrgico, que ajudou sobremaneira as empresas no desenvolvimento acima citado.

O que vemos hoje? Uma indústria em crise, com baixa demanda interna, sem condições de exportar. A China vende aços ao Brasil a valores bem mais baixos que os nossos.

Algumas causas: não existe projeto de país, tampouco política industrial; energia elétrica, a mais cara do mundo; infraestrutura péssima; relações trabalhistas anacrônicas; tributos elevados e gestões temerárias, em algumas empresas. Não somos mais competitivos! Quando viajo a Governador Valadares, ao passar pelo Vale do Aço, vejo-o em agonia, tal o marasmo que tomou conta da região.

José Martins de Godoy, engenheiro pela UFMG, dr. engenheiro pela Norges Tekniske Hogskole, ex-diretor da Escola de Engenharia da UFMG, cofundador do INDG, instituidor e integrante do Conselho de Administração Superior da Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG), presidente do Conselho de Administração do Instituto Aquila

José Martins de Godoy
Revista Viver Brasil
171 – 25/03/2016

Fonte: http://revistaviverbrasil.com.br/plus/modulos/listas/?tac=noticias-ler&id=1258#.VvJ1puIrLIU. Disponível em 23 de março de 2016.

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